Por:
Adriano Augusto da Costa Filho

Algarve e o Esplendor da Vilamoura

Na minha última passagem por PORTUGAL, tive a emoção de visitar no ALGARVE, a VILAMOURA, uma paixão para quaisquer turistas e no esplendor do fantástico cenário do Algarve, no Sul do grandioso e eterno Portugal.

Portugal – Voltar à casa dos pais

Chegar, no meu caso, à Trás-os-Montes, precisamente em RIO FRIO/BRAGANÇA e em CARÇÃO/VIMIOSO, terras de minha Mãe e meu Pai, ver aquelas aldeias, aquelas freguesias é por demais emocionante, olhar as casas dos meus pais que após 100 anos ainda está lá, como a deixaram, ninguém neste mundo pode resistir e lágrimas e lágrimas rolaram.

Encantos Eternos à Beira do mar lusitano

Quem passar um dia pelos lugares majestosos à beira das águas sacrossantas do mar lusitano, das suas costas fagueiras, verá regiões às mais lindas que se possa imaginar, são cidades majestosas, com suas praias verdadeiramente limpas, verdadeiros oásis plantados pela natureza nessas costas do sagrado Portugal.

Portugal: Como tudo aconteceu, as suas origens

É evidente que muita coisa se perdeu na névoa do tempo, mesmo porque calcula-se que já se passaram milhões de séculos da formação do Planeta Terra e como não podia deixar de ser, milhões também de transformações aconteceram na face da Terra e praticamente um punhado de séculos é que chegou ao nosso conhecimento.

Quer Alguns!

O meu querido pai ADRIANO AUGUSTO DA COSTA nasceu em Portugal em 28 de Julho de 1902, e faleceu em São Paulo, no dia 31 de Dezembro de 2004, portanto, viveu exatamente 102 anos de idade mais alguns meses.

Trás-os-Montes e Alto Douro, Carção/Vimioso e Rio Frio/Bragança

Quando o Brasil liberou a emigração estrangeira, isso no ano de 1895, por ordem dos militares que haviam implantado a “República” no Brasil em 1889, milhões de pessoas vieram para o Brasil. Ou seja, de 1895 até 1920, cinco milhões de emigrantes chegaram em terras brasileiras, de Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Hungria, Rússia, e em 1905 a emigração japonesa e de outras nacionalidades.

Ilhas de Portugal – Os lindos Arquipélagos da Madeira e dos Açores

MADEIRA: Os Arquipélagos da Madeira e dos Açores, sempre seduzem os turistas que por eles passarem e têm tudo que os visitantes precisam, ricas paisagens e climas amenos e eu posso dizer que tive a ventura de visitar a Ilha da Madeira e sentir essa verdade, na Madeira espetacular, com estradas maravilhosas e túneis os mais diversos e bem como as suas cidades e povoados nos trazem um lirismo espetacular

Capas Negras: O doce conjunto do Fado de Coimbra

Ver “COIMBRA e MORRER”, como os italianos dizem ver “NAPOLI e MORRER”, são ditados que realmente mexem com o coração dos portugueses, dos brasileiros e enfim de qualquer turista que vai a essa cidade centenária, berço doce da sua Universidade e do seu “Fado de Coimbra”.

“Severa”, a maior cantadeira de fados de todos os tempos

Não há algum cidadão do Portugal moderno, que nunca ouviu falar da “SEVERA”, a maior cantora de Fados de todos os Tempos.
Essa figura gigantesca do Fado nasceu em Lisboa no ano de 1820 e morreu no ano de 1846, portanto, com apenas 26 anos, e em virtude de uma doença perniciosa, a tuberculose. Na verdade ela tornou-se um mito do Fado em razão de que o grande escritor português JULIO DANTAS escreveu uma novela “A Severa” e posteriormente por vários autores sobre a sua vida, em teatros, cinemas e livros.
Na vida real ela era uma prostituta de rara beleza e cantava o fado na Rua do Capelão em uma taberna, e ali nos seus anos dourados espalhava a loucura entre os ouvintes, tanto pelo fado magistral que cantava, como pela sua beleza estonteante, como na realidade tornou-se após a sua morte como a “Deusa do Fado Eterno”. Além de ter tido vários amantes em razão da sua beleza pessoal e como prostituta, o mais célebre de todos foi o “Conde de Vimioso”, o qual ficou na verdade apaixonado por ela, pela sua beleza, pelo cantar do fado e pelo tocar a guitarra.
Ela era adorada e deixava paixões ao “léu”, como dos artistas, de políticos e de fidalgos e ela que tivera uma vida irregular, uma vida pobre, mas cheia de encanto e graça, morreu de uma doença irreversível para a época e morreu pobre e abandonada no bordel que sempre ativou a sua beleza,isso no ano de 1846 e na Rua do Capelão,e ao morrer as suas últimas palavras foram “Morro, sem nunca ter vivido”.
Ela nasceu na Mouraria, era filha de Severo Manuel e Ana Gertrudes e eles eram donos da taberna de nome “A Barbuda”, e veio a falecer no dia 30 de Novembro e foi sepultada no Cemitério do Alto de São João, numa vala comum, conforme o seu registro.
A Severa, cognome artístico, tinha o nome original de MARIA SEVERA ONOFRIANA, seu pai era de origem cigana e a mãe de Ovar e a mãe como a filha também foi celebre prostituta. Portanto, uma vida muito sofrida, mesmo porque seguiu os passos da própria mãe, nunca tendo chegado a um verdadeiro amor pessoal, embora tivesse inúmeros amantes apaixonados, mas, na realidade eram tão somente amantes.
O amante Conde de Vimioso foi na realidade o seu verdadeiro amor, o homem amante que era por ele apaixonada, o Conde era um homem bastante vistoso, bonitão, mas também era um leviano, após a paixão pela Severa a abandonou e foi juntar-se a outra cigana, o que a deixou miseravelmente atordoada e como já a doença lhe era mortal, não conseguiu resistir a esse desfecho.
Segundo um registro do Cemitério de Lisboa oriental, do Alto de São João ela faleceu na Rua do Capelão e já era uma música famosa dela ao cantor a “Rua do Capelão”, portanto, a Deusa do Fado morreu e mais de 150 anos após a sua morte os fados por ela cantados são recordados por dezenas dos mais famosos cantores do maravilhoso fado português.
Ela morreu e foi enterrada em vala comum, seu desejo para que as suas amigas o fizessem e pela canção que ela cantava em vida:
Tenho vida amargura
Ai que destino infeliz!
Mas, se sou tão desgraçada
Não fui eu que assim quis.
Quando eu morrer, raparigas
Não tenham pesar algum
E ao som da vossas cantigas
Lancem-me na vala comum !!!
Portanto, olor a essa Deusa do Fado, que gerações e gerações posteriores à sua vida, dignificaram o cantar do Fado dessa brilhante cantadeira, para honra e glória do nosso querido e eterno PORTUGAL.

Carção, a Terra do meu Coração!

No ano de 1998, estive nessa terra maravilhosa, uma vez que sou descendente direto dela. O meu pai ADRIANO AUGUSTO DA COSTA, nasceu em CARÇÃO, em 28 DE Julho de 1902 e veio a falecer em São Paulo/Brasil, em 31 de Dezembro de 2004, aos 102 anos de idade.

A União Europeia e Portugal

Quando de minha passagem pelo “PORTUGAL ETERNO”, em Maio e Junho últimos, como não podia deixar de ser, fiz as minhas observações a respeito da nova temática da UNIÃO EUROPEIA

Macau e Goa – os portugueses na Ásia

No século XVI (16) os portugueses, “navegantes por mares nunca dantes navegados” estabeleceram-se em territórios conquistados na Índia e na China. Em 1557, em Macau e em 1510 em Goa, além de outros pequenos territórios como Damão e Diu.

A CPLP

No ano de 1983, houve uma reunião preliminar entre 7 países de “Língua Portuguesa” com a finalidade de organizarem-se em objetivos de concentração político-diplomático, com matérias de relações internacionais, cooperação econômica, jurídica, social, científica e mormente em relação à Língua Portuguesa falada e escrita

218 a 201 a.C. Da invasão romana na Península Ibérica e na Lusitânia

Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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