A matemática na Era das grandes Descobertas Lusitanas

Como todos sabem, Portugal foi o mestre maior de todos os tempos das grandes descobertas lusitanas pelo mundo afora, e naturalmente isso não se deu por acaso, mas pela capacidade intelectual, científica e matemática do povo português, avançado em relação a outros povos, sem desmerecimento natural a esses outros povos, mas, no sentido de caminhar à frente em quase todos os cantos da sabedoria humana referentes à época da metade do 2º milênio da humanidade.

Todas e quaisquer obras no planeta estão ligadas logicamente à matemática, engenharia, navegação, construções, estudos, internet, computação etc. enfim uma gama grandiosa de eventos que fazem parte da sabedoria humana.

Desde a era dos Celtas, que trouxeram a sabedoria aos povos lusitanos e ibéricos, depois os romanos e em seguida os mouros, uma gama de conhecimentos foram adquiridos pelas populações lusitanas, o que pode ser desfrutado pelas gerações iniciais dos matemáticos portugueses, dos navegantes, dos exércitos, do professorado, das universidades e das faculdades em todo PORTUGAL, e isso contribuiu para os mestres navegadores no seu empreendimento das grandiosas viagens que terminaram com as majestosas descobertas de terras em todo planeta, haja vista, a Ásia, a América e o nosso carro-mór o grandioso BRASIL.

Algo sobre a Matemática desses tempos, que ajudou nessa toda concepção magnífica das viagens lusitanas, podemos classificar a “Álgebra”, como a própria palavra diz, AL-GEBRA, que vem do “Mouro”, e a mais antiga Álgebra da Renascença, a de “Chuquet” foi escrita por um francês, mas na verdade a mais antiga foi publicada na Itália com o titulo de “SUMMA DE ARITHMETICA, GEOMETRICA, PROPORTIONI ET PROPORTIONALITA” do frade Luca Pacioli que viveu de (1445 a 1514) e melhorou as exposições algébricas mais antigas por volta do ano de 1202 a “Liber Abaci”  e a do ano de 1494 a ” Summa”.

Toda essa era matemática tinha também um valor na tradição de algebristas, mesmo porque houve também a tradução da ‘ÀLGEBRA DE AL-KHOWARIZMI’ para o italiano por volta do alto de 1464 e evidentemente a palavra ‘RENASCENÇA’ trouxe para a humanidade muitos tesouros literários, artísticos e científicos. Em 1460 um professor alemão de Leipzig, Johann Widman, publicou uma aritmética comercial a “Rechunug”.

Os mestres da navegação portuguesa, que já tinham as artes da navegação aprimoradas desde épocas seculares, evidentemente estudiosos da matemática em geral, começaram a estudar cientificamente todas essas obras de matemáticos e claramente as aplicaram nas navegações que fizeram no decorrer de vários séculos. Desses estudos adquiridos puderam aperfeiçoar as suas brilhantes viagens e conhecer terras distantes do planeta, haja vista, a “SUMMA”, concluída em 1487 que teve uma influência grandiosa de 4 campos: aritmética, álgebra, geometria euclidiana, como também o maravilhoso “Compêndio de lo abaco” de Francesco Pellos, que viveu de 1450 a 1500.

Toda essa era estudada pelos mestres portugueses da navegação vieram a constituir desde os primórdios do 1º milênio uma sabedoria majestosa, diferenciada dos outros países, uma vez que esses mestres procuraram estudar tudo que fosse possível no aprendizado da matemática, para usufruírem nas suas viagens fantásticas pelo mundo afora, o que realmente se concretizou anos após anos para a glória eterna do nosso querido e ETERNO PORTUGAL.

Portanto, pela sabedoria dos mestres da navegação portuguesas em 5 séculos de navegação e o majestoso pilar da navegação portuguesa “SAGRES”, e o estudo consagrado da MATEMÁTICA transformou o nosso maravilhoso PORTUGAL, legítimo pilar também da sabedoria LUSITANA, no maior país navegador de todos tempos e feitor de dezenas de países em todo planeta.

 

Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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