Lisboa – O eterno paraíso lusitano

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Muito já se falou a respeito de LISBOA, porém, para um observador distante que passou várias vezes pelo seu âmago talvez as observações possam levar algo mais por essa cidade maravilhosa e milenar.
LISBOA, terra sacrossanta pelos portugueses que tem uma história singular registrada em várias épocas e instantes, e para uma visão sob o meu ponto de vista.
Praticamente, ela foi construída em milhares de anos, porém teve um início bordado por um “Fenicio” de nome ULISSES, e foi chamada de “OLISSIPO”. Durante muito tempo assim se conservou até a invasão romana no ano 300 antes de Cristo, porém, os cidadãos de Olissipo só receberam a denominação de cidadãos romanos no ano de 48 a.C. pelo imperador romano Julio Cesar.
No ano 714 de nossa “ERA” pela invasão dos Mouros em 711 e a expulsão dos romanos, que já na realidade não eram mais romanos, mas gozavam os seus cidadãos dessa regalia pelos romanos, é que ela começou realmente a ter uma nova expansão cultural e começou também a ser chamada de “LISBOA” derivada do mouro “AL-USHBUNA” e tão somente em 1147 com a conquista de D. Afonso Henriques é que surgiu o grandioso PORTUGAL, Lisboa tornou-se a capital do novo país.
Naturalmente, desde a época dos Celtas, que invadiram a região da Península Ibérica, o falar na região era uma mistura de línguas, onde havia colônias de lusitanos, iberos, godos, visigodos, e quando da invasão romana com a sua língua o Latim, começou-se uma mistura de línguas e surgiu então o “Lusitano Arcaico” quando da invasão Moura, que misturou as línguas. Só a partir da fundação do Portugal com a Era do Afonso Henriques que surgiu o Português Arcaico, que perdurou até a vinda do mestre da poesia e escrita LUIZ VAZ DE CAMÕES no século 15 e assim surgiu o falar e a escrita do Português Moderno!
No ano de 1755 em Novembro, Lisbos sofreu uma ruptura fantástica, com um terremoto grande, onde destruiu parte de sua cidade, e a cidade por um bom tempo ficou arrasada, e o Primeiro Ministro da época o famoso “Marquês de Pombal” começou a fazer a reconstrução da cidade, e com a sua visão espetacular, contratou os melhores mestres da engenharia portuguesa: Eugênio dos Santos e Manuel de Maia, todavia, a reconstrução total se deu quase 1 século depois.
Tudo que possa existir no mundo existe em Lisboa, Clubes, Cinemas, Teatros, Restaurantes, Hoteis, Pensões, Bares, Casas de Grupos Folclóricos, Casas de Fado, Livrarias, Metrô, Ônibus, Trens e tudo da melhor qualidade. E o turismo mundial sempre está presente em Lisboa, ela é a entrada do mundo Europeu.
Lugares famosos mundialmente existem nessa maravilhosa cidade, como nomes inesquecíveis: ALFAMA, CHIADO, BAIXA, ROSSIO, BELÉM (com o famoso Pastel de Belém e onde também tem o famoso “Jerónimos” e a “Torre de Belém”). Lisboa com as suas amplas avenidas e a mais famosa a Avenida da Liberdade.
LISBOA é cercada por belas cidades, que constituem a Grande Lisboa, as mais famosos como Sintra, Cascais, Estoril, Ericera, Queluz, Sesimbra , Setubal, Costa da Caparica e outras famosas componentes dessa Região da Grande Lisboa.
Portanto, todo turista internacional e mormente os brasileiros e bem os portugueses emigrantes de outros países, que aos milhares vão todos os anos à Portugal, e bem como, não devemos de nos esquecer que no Brasil existem 150 milhões de Luso-descendentes, que repaginas essa cidade maravilhosa nas suas visitas turísticas à Europa e com certeza adentram pela porta maravilhosa que é LISBOA, O ETERNO PARAISO LUSITANO!

 

Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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