Lusitânia e sua formação de milhares ou milhões de anos

Passaram-se milhares ou milhões de anos até o surgimento definitivo da “LUSITÂNIA”. De Priscas “Eras” os Seres Humanos existiam em pequenos conglomerados e não tinham noção do que era a vida, tão somente para eles era a alimentação e a vida em cavernas, visto que, ao clarear o dia acordavam e ao anoitecer recolhiam-se.
Nada sabiam sobre o Planeta Terra, sobre o Universo e praticamente era uma vida de completo desconhecimento do que eram e o que faziam, e isso decorreu por milhões de anos e séculos, e o conhecimento nosso nesta “Era” mais moderna vêm de historiadores e Cientistas e bem como se hoje temos essas referências são por estudos de esqueletos de animais cravados em rochas e cavernas com desenhos.
A primeira referência ao “SER HUMANO” surgiu nas regiões da África, das várias espécies que no decorrer de milhões de séculos existiram, ele teve o nome de “AUSTRALOPITECUS” os quais só se alimentavam de plantas, raízes, frutas e animais e praticamente vegetavam no planeta. Passaram-se milhares de anos para a “Evolução” desses seres para o “HOMO HABILIS”, o que já começaram a produzir alguma pequena habilidade com pedaços de madeiras e da mesma forma dessa espécie surgiu o “HOMO ERECTUS”, e sendo o Homo Habilis o qual de uma espécie mais parecida com animais que usavam muito os pés e mãos para se movimentarem, e esta espécie levantou-se e então surgiu esse “Homo Erectus”, caminhando com os pés e usando as mãos para os seus primeiros trabalhos, e evoluíram para fazer objetos de uso, além em madeiras já lapidando rochas. Novamente após milhões de anos surgiu o “HOMO SAPIENS” com conhecimentos mais aplicados e descobrimentos, e dele surgiu a nossa espécie de hoje o “HOMO SAPIENS-SAPIENS” com a EVOLUÇÃO aplicada maiores acontecimentos de conhecimentos, como nós hoje já conhecemos e com certeza milhares de anos novamente se passarão, mesmo porque, a EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES DO PLANETA, AS HUMANAS E ANIMAIS NÃO CESSAM E NUNCA CESSARÃO.
No decorrer desses milhares de séculos, os grupos de seres humanos foram melhorando os seus conhecimentos e evidentemente uma posição social desses agrupamentos aconteceram, o que podemos chamar de “Grupos Distintos” que se agrupavam em locais distintos e consequentemente começaram a aprimorar as suas habilidades e logicamente surgiam os líderes de locais e distribuições de locais e regiões, começando a surgir uma espécie de pequenas aldeias em regiões distintas, o que realmente aconteceu nas regiões da Península Ibérica, com imensos rios que a cortavam como o RIO DOURO E O RIO TEJO.
Do Homem das Cavernas ao aparecimento do povo LUSITANO, milhares de anos se passaram, até que nessas regiões e a mais de 5 séculos Antes de Cristo surgiu a primeira referência a esse povo maravilhoso os “LUCIS”, que daí derivou-se para LUSOS”, e as invasões Célticas, Góticas, Álamos, Visigóticas, e outras raças, vieram fortalecer o povo Lusitano, e com a Invasão Romana da Península Ibérica, 300 anos A.C., a Lusitânia viu-se fortalecida com as características sociais dos romanos, evidentemente houve muitos choques com tropas romanas e os lusitanos fortalecidos por um mestre guerreiro de nome VIRIATO nunca se deixou vencer, todavia foi traído por um dos seus e foi assassinado. A região de Trás-os-Montes conseguiu segurar os romanos por 500 anos e após esse período é que fez um acordo, uma vez que os lusitanos foram considerados cidadãos romanos.
Portanto, do “HOMEM DA CAVERNA” ao “HOMEM LUSITANO” e ao “HOMEM PORTUGUÊS” milhões de séculos se passaram, mas, todavia, hoje nós todos portugueses e luso-descendentes devemos ao povo maravilhoso da “Lusitânia” o que somos, o maravilhoso e eterno POVO PORTUGUÊS, para honra e glória do PORTUGAL ETERNO.

 

Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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