Por:
Carlos Fino

BYE BYE BRASIL. Por Carlos Fino

Naquela que é porventura a sua obra-prima – “Bye Bye Brasil”, de final dos anos 70 – o cineasta brasileiro Cacá Diegues dá-nos conta, num registo realista com alguma evocação felliniana, da transformação por que passava então o país

22 Abril: BRASIL – UM PAÍS AUTOFÁGICO?

Ao contrário dos norteamericanos, que todos os anos celebram sem complexos e com orgulho o dia de Colombo (12 de Outubro é feriado nos EUA) os brasileiros não celebram nem nunca celebraram o dia da descoberta do país pela frota de Pedro Álvares Cabral.

CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA? Por Carlos Fino

Foi uma semana terrível para o governo: como um iceberg desfazendo-se em blocos sob efeito do aquecimento global, Dilma viu aliados com que ainda contava anunciarem, um após outro, que irão afinal votar, este domingo, no culminar da sessão especial da Câmara dos Deputados

Páscoa sangrenta em Bruxelas, por Carlos Fino

Foi uma semana trágica para a Europa – três violentos atentados terroristas em Bruxelas, reivindicados pelo chamado Estado Islâmico, provocaram 28 mortos e centenas de feridos, suscitando um clima de perplexidade, insegurança e medo que irá certamente perdurar.

Obama em Havana para o segundo funeral da Guerra Fria, por Carlos Fino

Em termos geoestratégicos, a visita de Obama a Cuba iniciada este domingo – a primeira de um presidente americano à ilha em quase um século – não tem certamente a importância de outras visitas históricas, como a de Nixon à China, em 1972, ou a de Reagan à Alemanha, em 1987, quando pediu a Gorbachev que pusesse termo à divisão do país.

Calma, o Brasil é grande!

A situação da Presidente Dilma Rousseff voltou a agravar-se, no começo desta semana, com a apresentação ao Tribunal Eleitoral, por parte do juiz da Operação Lava-Jato, Sérgio Moro, daquilo que seriam provas do financiamento ilegal da última campanha eleitoral com fundos provenientes do esquema de corrupção na Petrobras.

A era da instabilidade

Foi então que Fukuyama chegou a falar do “fim da história”, uma vez que a adesão ao modelo democrático e liberal abaria por eliminar progressivamente os maiores conflitos, abrindo-se uma era de paz internacional.

Piada de português e espírito do tempo

As piadas, com comentários irônicos à nacionalidade portuguesa, teriam partido do próprio presidente da Gradiente, sendo feitas por email, com conhecimento de outros executivos e empregados da empresa; algumas desqualificavam o trabalho do diretor, com expressões do tipo “isso é coisa de português” ou “só se for em Portugal”

A União Europeia no seu labirinto

Depois da Hungria – governada desde 2010 por um antigo partido liberal pós-comunista que se transformou num agrupamento de cariz nacionalista e autoritário, com posições claramente xenófobas (o Fidesz, de Viktor Órban) – é agora a vez da Polônia

Os PASSOS EM VOLTA

50 dias depois das eleições legislativas de Outubro e quase duas semanas após a queda do governo no Parlamento, Portugal continua sem um executivo em plenitude de funções.

O grande desafio da luta contra o terrorismo

Estes atentados foram o momento “Torres Gémeas” da França e percebe-se a indignação sem limites que suscitaram e a vontade de retaliar. Quer o presidente François Hollande, quer o primeiro ministro Manuel Valls insistiram que o país “está em guerra contra o terrorismo”

Rússia vira o jogo na Síria

Iniciada em 2011, a guerra civil na Síria alargou-se a partir do momento em que forças do EI passaram a controlar vastas regiões do Iraque e do norte da Síria, levando diferentes estados da região a intervir para tentar controlar a evolução dos acontecimentos.

Catalunha – independência vence, mas (ainda) não convence

Juntos pelo Sim (aliança entre a Convergência Democrática, CDC, de centro-direita, de Artur Mas, presidente do governo regional, e a Esquerda Republicana, ERC), juntamente com a Candidatura de Unidade Popular (CUP, marxista) – conquistaram mais assentos do que todas as restantes forças políticas juntas

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