Os Da Costa, Do Sonho Dourado do Eterno Portugal

Por Adriano Augusto da Costa Filho

 

 

No Litoral de Portugal, encontramos poucas reentrâncias, que vai desde os limites com a “Galícia” espanhola e, até o Algarve e durante séculos os mais variados povos ocuparam esse Litoral lusitano.

Os mais antigos vestígios de esqueletos humanos foram encontrados no litoral,os quais usavam a pedra que afiavam para os diversos fatores de sua labuta.

Cerca de uns 10 mil anos começou uma era diferente, com a queda do gelo e os grandes animais como os mamutes foram extinguindo-se e então o homem começou a invadir o território além do litoral, como o Vale do Tejo e do Sado e ali foram encontrados alimentos e outros pertences a esses primordiais habitantes dessas regiões antigas da Lusitânia, que evidentemente ainda não tinha esse nome.

Por antigos historiadores que disseram que no litoral lusitano há 8 séculos chegaram os gregos e ali formaram um núcleo, mas que,não se aventuraram a adentrar o território, nessa idade que foi chamada de “ Idade do Bronze” de 2000 a 800 aC. ou seja 800 anos antes de Cristo, um grande movimento migratório aconteceu e quando foi chegado o principio do primeiro milênio, chegaram os “ Celtas” que vieram do centro da Europa e ficaram definitivamente na região, porque além, só existia o oceano à sua frente.

Depois aconteceram a invasão dos romanos, que ficaram 1000 ( mil anos),300 anos a.C até o ano de 711 de nossa era, em seguida a invasão dos mouros, do ano 711 até depois da fundação de Portugal,na qual o Papa reconheceu a independência em 1179.

Quando D.Afonso Henriques tornou-se rei,o seu reinado começou ao sul de Coimbra, mas, os mouros retomaram o ataque no ano de 1191,quando chegaram de novo ao Tejo, depois houve vários desentendimentos com a Espanha pelo território, que após o tratado de Alcanizes em 1297, fixaram-se os limites territoriais de Portugal.

Nessa época maravilhosa da fundação de Portugal,quando deixou de existir a Lusitânia, o Rei D. Afonso Henriques, tratou de firmar o seu reinado e evidentemente surgiu uma realeza com um grande número de famílias que formaram a sua corte e todos esses elementos tinham uma designação ou seja as suas famílias eram conhecidas por nomes de locais ou já com nomes assentados no conhecimento geral e assim sendo também surgiu o nome “  DA COSTA”, porque essa família era da Costa de Portugal ou seja do litoral, então como eu sou um “Da Costa”, tomei conhecimento desse fato e assim sendo como exemplo dessa maravilha que foi o Portugal inicial, exponho o seguinte:

DA COSTA:Muito antiga família portuguesa da costa de Portugal,nesse lugar surgiu o nome “Da Costa da Quinta dos Senhores”, na região de Guimarães e eram da corte com lealdade e dedicação, houve cônsules,capitães notáveis emergentes de lutas gigantescas e esse nome escreveu por toda pátria portuguesa,as glórias guerreiras e poéticas.

Séculos se passaram com todo fervor pela pátria lusitana,sendo que, os “Da Costa” da atualidade tem paixão pelas terras portuguesas, sendo que, na eternidade em séculos distantes, os “ Da Costa” estarão presentes com poemas e escritos poéticos.

Como meus pais nasceram em Trás-os-Montes, Rio Frio/Bragança e Carção/Vimioso,  tenho orgulho das minhas descendências, vindo de eras distantes sem ausências, despontando o Sol dourado da aurora, do lindo e eterno Portugal de agora.

 

 

Adriano da Costa FilhoMembro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

1 Comment

  1. Muito obrigado pela sua coluna!
    Eu também sou luso descendente, meu nome é Felipe da Costa e moro no Santiago do Chile.
    Tenho 22 anos e tenho um grande sonho de conhecer Portugal, a terra de meus avós. Eles moravam em Vila Real, no norte do pais.
    Aqui não há muitos portugueses descendentes, só há uns 160 em todo o país, por tanto, sinto-me privilegiado!
    Que bom ser um Da Costa!

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