Os “CELTAS” e as povoações lusitanas milenares

Por Adriano Augusto da Costa Filho

Há 4.000 anos um povo do centro da Europa, os Celtas, povo culto, religioso e guerreiro ao mesmo tempo, e em razão do crescimento das populações, uma vez que nessa época europeia existiam grandes concentrações de povoações, como os Godos, Vizigodos, Álamos, etc; começou a faltar a alimentação, uma vez que não existia a agricultura, tanto progressiva como familiar, e os povos se alimentavam de frutas, flores, plantas, peixes, animais, aves, ovos, e tudo que pudessem absorver na alimentação.
Sempre existiam confrontos com outras populações, uma vez que também eram povos guerreiros.
Os Celtas estavam à frente de outros povos nas formas guerreiras que possuíam, uma vez que descobriram a “Liga do Ferro”, porque conseguiram extrair o ferro das rochas e obter as armas mais eficientes que os outros povos e assim para obter novas terras marcharam em direção ao Oceano Atlântico, passando montanhas como os “Pirineus” nas bordas de França e Espanha, e consequentemente entraram na Península Ibérica, e atingiram a “Lusitânia”, que era um povoado idêntico a outras populações das regiões do Norte da Península, dominando toda a região.
Os Celtas tinham uma cultura avançada, não só normal, mas também religiosa e eram imensamente compreensíveis às populações que, com isso resolveram passar a sua cultura, o que faziam com a “população lusitana”, ensinando tudo que fosse possível, como veremos num grandioso ato religioso, o qual era efetivado em cada momento de seus trabalhos religiosos, guerreiros e viajando por todos os caminhos.

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“ORAÇÃO CELTA”

Que a estrada se abra à sua frente. Que o Sol brilhe morno e suave em sua face. Que a chuva caia de mansinho em seus campos. Que um suave acalanto te acompanhe, onde estiveres.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida. Que a música seja a tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração. Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior. Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que em teus momentos de solidão e cansaço esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.
Que “Deus” lhe guarde nas palmas de suas MÃOS!!!
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No Norte de Portugal, mormente na região de Trás-os-Montes, ainda consegue-se ver algo desses restos Celtas, em referência à extração de minas de ferro, o que mostra também que por ali passou a cultura Celta, uma vez que, o povo trasmontano resistiu à invasão do Império Romano, que por 500 anos os romanos não conseguiram dominar a região trasmontana, e só ao fim desse período é que houve um acordo com as forças romanas.
Dai se depreende que a cultura Celta, avançou em todos os setores da Lusitania, além de transmitir a sua cultura religiosa e guerreira, os ensinamentos de sua cultura céltica acumulou na sabedoria já existente das ordas lusitanas e podemos notar que as grandes navegações feitas pelos portugueses no mundo inteiro e a criação de países, cremos que ficou enraizada na mente maravilhosa dos Lusitanos e consequentemente dois descendentes portugueses, para a Honra e Glória do nosso querido e eterno Portugal!

 

Por Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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