A Origem das Línguas do Mundo e a Língua Portuguesa

Por Adriano Augusto da Costa Filho

Todos nós portugueses e luso-descendentes, de um jeito ou de outro sabemos mais ou menos a origem da nossa língua, hoje falada e escrita em 8 países e alguns menores territórios. O “português” atual, advém de séculos e séculos sem fim, na transmissão eterna dos corpos, das misturas com povos, dos Celtas, Godos,Visigodos, Álamos, Iberos, Romanos, Mouros e outras raças e desse emaranhado de raças surgiu a nossa tão maravilhosa “Língua Portuguesa”, língua labial e nasal e não gutural, sendo que quaisquer pessoas que a sua língua natural é o ” português”, consegue após um breve período falar quaisquer línguas com perfeição e passamos a seguir à descrição das línguas no contexto Europeu/Asiático;

Língua Original – Indo-Européia: Helênico, Itálico, Céltico, Balto, Eslavo, Lirico, Armênio, Tocarino e Germânico.
Do Itálico Latim: Português, Italiano, Espanhol, Francês, Catalão, Galego, Romeno, Sardo, Ciganos.
Do Germânico – Germânico Ocidental do Norte, do Baixo, Oriental, Alto Germânico, Alemão Dinamarquês, Norueguês, Islandês, Flamengo, Holandês, Inglês, Gótico, Suéco e Saxão.
Do Helênico – Grego, Jônio e Micênio.
Do Balto – Eslavo Do Sul Oriental, Ocidental, Báltico, Lituano e Leitão.
Do Indo-Iraniano – Persa, Curdo, Sânscrito. Iraniano e Benali.

Portanto, temos ai um breve relato das derivações das línguas Indo-Europeias, naturalmente sempre com derivações e assimilações de outras línguas, como do original Sanscrito, Antiga Língua Indo/Ariana, temos as línguas Indígenas naturalmente derivadas desses agrupamentos variadas, todas pelas assimilações de outras línguas, que assim vão se formando no decorrer de séculos e séculos sem fim.
Para nós Portugueses e Luso-Descendentes, nessa mistura de línguas, surgiu o Lusitano Arcaico, o Lusitano, o Português Arcaico e o Português de nossos tempos, por obra do mestre da Poesia e da Escrita: Luiz Vaz de Camões, no século 16, com a sua obra “OS LUSÍADAS”, obra clássica da poesia que ornamentou a nossa “LÍNGUA PORTUGUESA”!

 

Por Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

1 Comment

  1. Geolingua: novo nome para o Galego-brasileiro.

    Abaixo, transcrevo a sinopse de uma Obra, futura, em suporte Livro, Teatro e Cinema 3D.

    Como nasceu a língua “portuguesa”

    .. pelos Reis, D. Afonso X de Leão e Castela, D. Dinis sexto rei de Portugal, Alexandre Herculano, historiador de referência e – Humberto Eco, conceituado filósofo … e, tudo relatado por Roberto Moreno, prof. e historiador, fundador da Fundação Geolíngua – cujo objetivo é: transcender a língua “portuguesa”.

    Colocações factuais e históricas.

    1 – D. Dinis, sexto rei de Portugal, em 1296, por decreto, instituí o português na Chancelaria Real, na redação das leis, nos notários e na poesia, eliminando a palavra Galego, por razões socioculturais e geopolíticas. – Adotou uma língua própria para o reino, tal como o seu avô, espanhol, D. Afonso X, fizera com o castelhano a partir de 1252, também eliminando a palavra Galego, pelas mesmas razões, geopolíticas (embora, ambos continuassem a utilizar o Galego em suas poesias). – Portanto, como reza a história e, diante dos fatos (factos) – A dita língua “portuguesa” foi criada por Decreto, e, o Galego foi sumariamente banido, ocultado e torturado durante 8 séculos, para já não falar há mais de 2 mil anos, quando se mesclou com o Latim, dando origem ao Galego-latinizado (conhecido como latim vulgar) e que se fala hoje, principalmente em Portugal e no Brasil, nos seus dois dialetos, o português e o brasileiro, respectivamente.

    2 – O conceituado historiador Alexandre Herculano em 1874, disse: “A Galiza deu-nos população e língua, e o português não é senão o dialeto galego civilizado e aperfeiçoado”

    3 – «O certo é que as línguas não podem ter nascido por convenção já que, para se porem de acordo sobre as suas regras os homens necessitariam de uma língua anterior; mas se esta última existisse, por que razão se dariam os homens ao trabalho de construir outras, empreendimento esforçado e sem justificação? » – (Umberto Eco)

    __________________________________________

    Proposta de Roberto Moreno, fundador da Fundação Geolíngua:

    À luz dos fatos e da história e diante destas três colocações – a Fundação Geolíngua propõe-se a seguir os mesmos passos dos Reis D. Dinis e D. Afonso X, no âmbito de ambos, terem criado as duas primeiras “marcas brancas” do mundo, ao nomear de “português e castelhano”, o – Galego.

    O objetivo é designar o Galego, no seu dialeto brasileiro (em sintonia com Alexandre Herculano) – por GEOLÍNGUA (língua da terra). – É uma espécie de “Esperanto II” – uma “nova marca branca” – 8 Séculos após à marca “português”, ter sido criada.

    Esta proposta resulta de uma minuciosa e fundamentada investigação científica, ao consultar varias fontes, além das “oficiais”, desde 1992, onde se vislumbra que: a percentagem que separa uma língua de outra – é de aproximadamente 20%. A diferença, hoje, entre o português de Portugal e o galego é de 7% e, entre o português e o “brasileiro” é de 3%. – Portanto, histórica e cientificamente analisada, o português simplesmente não existe como língua, mas sim como – dialeto evoluído e aperfeiçoado – como afirmou Alexandre Herculano.

    Nesta perspectiva – a futura Geolíngua (Galego-brasileiro) passa a ser a primeira língua do mundo, pelo fato desta, entender 90% do “espanhol”, 50% do italiano e 30% do francês, sem qualquer dificuldade (pelo menos, na linguagem escrita) e une, para já e, a partir do Galego-castelhano (espanhol) 800 milhões de pessoas em 30 países e nos 5 continentes e – se acrescentar o italiano ultrapassa os 900 milhões, superando o inglês e o mandarim, com a vantagem de – a Geolíngua possuir, além do aspecto quantitativo, também o qualitativo, geopolítico e geoeconômico, em simultâneo, o que não é encontrado em nenhuma outra língua do planeta.

    Algumas fontes consultadas:

    Este vídeo ilustra algo mais sobre o projeto Geolíngua: – youtube.com/watch?v=aisI7SEry4c

    – Língua brasileira – cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/a-lei-fora-da-lei

    – O Brasil fala a Língua Galega – udc.gal/dep/lx/cac/sopirrait/sr044.htm – artigo do Prof. Catedrático Júlio César Barreto Rocha, da Universidade de Santiago de Compostela.

    – O português vem do Galego – “Não é correto, do ponto de vista histórico-geográfico, afirmar, como fazem todas as gramáticas históricas, que “o português vem do latim”. – O português vem do galego – o galego, sim, é que representa a variedade de latim vulgar que se constituiu na Gallaecia romana e na Galiza medieval” – Marcos Bagno

    “O nosso idioma é muito mais antigo que a nação. Isto significa que, se nunca Portugal tivesse surgido, esta mesma língua (hoje chamada portuguesa) teria existido sem ele”. Palavras do Prof. Fernando Venâncio, da Universidade de Amsterdam, referindo-se à língua Galega. – E, acrescenta: «Se a língua de Afonso Henriques algum nome pudesse ter tido, era só este: galego».

    “Entre Latim e Português: o Galego”
    facebook.com/notes/fernando-venâncio/entre-latim-e-português-o-galego/872947272754366/

    Quanto ao Acordo Ortográfico, sugiro ver a posição de Roberto Moreno, aqui
    parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheAudicao.aspx?BID=94935

    Iberofonía – uma visão de Graça Castanho, candidata à presidência da República de Portugal – lusopresse.com/2011/254/GeoLingua.aspx

    Português, lengua de la globalización! – É assim, com este título, que começa uma crónica escrita por Roberto Moreno, em 2005, a pedido da jornalista Oriana Alves, na época, a serviço do Instituto Camões, em Lisboa, para uma matéria no Jornal de Letras, de Portugal. – Entretanto, por ORDEM do referido Instituto, esta crónica nunca chegou a ser publicada e foi arquivada sumariamente! – Cá está a Crónica que foi censurada – recantodasletras.com.br/artigos/3814553

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