Investimento em startup aumenta e é aposta de investidores brasileiros

Da Redação

Ao contrário do que muita gente imagina, dinheiro na poupança não rende muita coisa. Esse dinheiro parado até rende, mas os valores são baixíssimos, sobretudo, se comparado ao rendimento dos investimentos. Hoje existem muitas formas de investir e uma delas, é investir em startups.

De acordo com dados da Associação Latino Americana de Private Equity e Venture Capital, somente em 2018, fundos dessa modalidade investiram cerca de US$1,3 bilhões, representando 51% a mais do que o valor registrado em 2017.

Isso mostra o quanto as startups estão crescendo e, com isso, contando com investidores que passaram a entender esse mercado como sendo uma ótima oportunidade de investimento. E para investir em startups, existem algumas maneiras, sendo que a mais acessível é por meio do Equity Crowdfunding.

Dados da CVM (Comissão de valores mobiliários) apontam que de 2016 até 2018, com a regulamentação dessa modalidade, houve um aumento de 451% na captação de investimentos para startups através dessas plataformas e a expectativa é que este crescimento continue acelerado ao longo dos próximos anos.

Investir em Startups
Investir em startups é novidade no mercado brasileiro, porém, em outros países, essa já é uma modalidade bastante popular. Nos Estados Unidos, por exemplo, algumas startups arrecadaram, em 659 rodadas, um recorde de US$ 11,89 bilhões, de acordo com pesquisa da CB Insights.

Além dos Estados Unidos, esse modelo de negócio está se tornando cada vez mais popular na Europa e, claro, no Brasil. No país, já existem 8 startups que se tornaram “unicórnios”, o que significa que foram avaliadas em US$ 1 bilhão, como por exemplo, a Nubank e o Ifood.

Uma referência muito importante que mostra ainda mais os retornos dos investimentos em startups via plataformas de crowdfunding, é o caso do banco digital Monzo. Hoje a startup já possui mais de 2 milhões de clientes e mais de 200 mil novas assinaturas mensais, firmando-se assim, como o banco digital de maior crescimento no Reino Unido.

Tudo começou com uma primeira rodada, em 2016, quando a startup arrecadou £ 1 milhão em apenas 1 minuto e 36 segundos, através de uma plataforma de crowdfunding. Portanto, os investidores que aplicaram seu dinheiro na empresa, tiveram valorização em seus investimentos em 25 vezes.

Hoje existem pessoas que separam dinheiro, todos os meses, para aplicar em fundos de investimentos dos mais diversos. Essas pessoas estão em busca de retornos mais significativos.

Segundo Tiago Tozzi, CEO da plataforma Organismo Brasil, essas pessoas que buscam um retorno, ainda precisam conhecer mais sobre os investimentos em startups.

“Por se tratar de um mercado novo, os investidores ainda não sabem que existe um investimento que pode trazer ainda mais vantagens: o investimento em startups”. Ele acredita que cada vez mais as pessoas vão conhecer essa nova modalidade de investimento e, desta forma, aumentar ainda mais a procura neste mercado.

Planejamento financeiro
Mas, para investir em startups, ou em qualquer outra modalidade é preciso estar preparado e fazer um planejamento financeiro que vai ajudar a direcionar seu dinheiro, de forma a sobrar o valor que pretende investir.

Segundo a plataforma, é inteligente investir em tendências, como as startups, a chance de uma melhor movimentação da economia do país, além de significar oportunidades de geração de emprego e de melhorias para a população.

A empresa criou uma plataforma para conectar os empreendedores a investidores de forma simples e descomplicada. “Ao mesmo tempo, percebemos que os investimentos com maior chance de retorno, sempre estiveram nas mãos de poucas pessoas em posições privilegiadas. Queremos mudar isto. Este é o nosso desafio!”

1 Comment

  1. Parabéns ao Mundo Lusíada pela publicação. Trabalhar duro para juntar um dinheirinho e depois entregá-lo aos Bancos em troca de rendimentos ínfimos, é realmente uma tortura. Felizmente começa a nascer no Brasil esse tipo de modalidade de investimento que pretende levar justiça à relação investidor e investida. É inegável os benefícios que esse modelo de investimento trará ao mercado de empreendedorismo no Brasil, especialmente porque trará para o investidor de varejo a possibilidade de melhores retornos do capital investido (rentabilidade). Certamente os impactos positivos na poupança interna serão sentidos em pouco tempo.

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