Tasca do Aldeias reúne folcloristas de São Paulo e do Paraná

Segundo o ensaiador Carlos Henrique de Miranda, o grupo esteve presente com 32 componentes. Na dança com oito pares e o restante no cavaquinho, violas, sanfonas, entre outros integrando a tocata. Por lá, a maioria dos integrantes do grupo também são brasileiros, muitos sem descendência portuguesa, mas que gostam da cultura de Portugal. “Temos uma frase que falamos muito lá: somos brasileiros de Alma Lusa”, disse Miranda.

Atualmente, o “forte” das apresentações do grupo são canções do Minho, norte de Portugal. Porém, nesta apresentação no Trasmontano, eles estiveram trazendo exclusivamente o folclore do Ribatejo. No dia seguinte, participando do evento no Clube de Portugal do Grande ABC, o Alma Lusa se apresentou com os trajes de Nazaré, mostrando a dança típica do município de Leiria. “É um público diferente, não conhece muito das músicas da região da Chamusca, fronteira do Ribatejo com Alentejo. Muitas músicas são rápidas, e tem muitas músicas bonitas. Espero que o pessoal tenha apreciado”.

O Alma Lusa já havia participado em São Paulo de outros eventos, promovidos por Secretarias Municipais e Prefeituras. Mas esteve pela primeira vez se apresentando numa casa portuguesa neste evento do Centro Trasmontano. Já participaram, porém, de festas portuguesas na baixada santista. Em março deste ano, o Alma Lusa esteve presente na Casa de Portugal de Praia Grande, a convite do grupo da casa. E no mês passado, os curitibanos receberam em sua casa os folcloristas da Praia Grande, coordenado pelo Luciano Duarte, numa co-irmandade existente entre os grupos folclóricos portugueses no Brasil. Na oportunidade, a Sociedade Portuguesa 1º de Dezembro completou 128 anos de fundação. Uma das poucas casas portuguesas em Curitiba, a entidade recebe público diversificado de várias etnias e regiões nos seus eventos.

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