A autorização concedida não só trará grandes benefícios aos usuários de planos de saúde, mas também contribuirá na diminuição da fila de transplante na Região Metropolitana de Campinas.
Da Redação Divulgação
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Foi em 30 de dezembro de 2008 que o Hospital Beneficência Portuguesa de Campinas recebeu uma autorização, por parte do Ministério da Saúde, para a realização de Transplantes de Medula Óssea (TMO). Por meio da Portaria do Ministério de nº 750, a instituição fica credenciado para realizar o transplante de medula óssea do tipo autólogo, quando a medula ou as células precursora de medula provem do próprio indivíduo. Segundo o presidente da Beneficência Portuguesa, Dr. Arly de Lara Romêo, a autorização é auspiciosa e muito importante para Campinas. "Nessa gestão, estamos focados em aperfeiçoar cada vez mais os serviços prestados aos usuários. Com esse credenciamento, além de poder atender aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), medida de grande alcance social, ainda poderemos oferecer a outras operadoras de Planos de Saúde", diz. O credenciamento da Beneficência para a realização de transplante irá também colaborar na diminuição de transplantes dessa modalidade na Unicamp, que recebe pacientes de convênios por não ter na cidade um hospital autorizado que atenda diversos planos de saúde. "Esse é um passo significativo para melhorar o atendimento do Hospital e ainda vamos contribuir com a diminuição da fila de transplante de medula óssea de Campinas, já que nosso foco são os pacientes usuários de convênios que utilizam a Unicamp", disse o médico Afonso Vigorito, coordenador do departamento de TMO da Beneficência Portuguesa. Para receber o credenciamento, o Hospital passou por uma adequação na área física, instalando um departamento isolado e específico para o atendimento de TMO. O Hospital investiu R$ 60 mil na área física, equipamentos e mobiliários e disponibilizou uma equipe de 22 profissionais, que passaram por um preparo voltado para esse tipo de atendimento. Com a implantação desse serviço, espera-se realizar de 30 a 36 transplantes de medula óssea ao ano, oferecendo infra-estrutura e tecnologia adequada.
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