Associação realiza 1ª edição das conferências sobre Comunicações na Lusofonia

Foto LusNIC

Dando início ao seu “Ciclo de Conferências” deste ano, a Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP) realizou, no passado dia 25 de fevereiro, uma conferência sobre o tema “Comunicações na Lusofonia: o Hoje e o Amanhã”.

Realizada online, em parceria com a Deloitte, esta conferência teve como Keynote Speaker e Moderador, Pedro Tavares, Partner Leader TMT da Deloitte, bem como Lara Narcy, Diretora Executiva de Relações Externas da Vodacom Moçambique; Hélio Varela, CTO da Unitel t+ (Cabo Verde) e Administrador da Unitel STP; e Arlindo Alves, Diretor de Acessos da Angola Cables.

Estiveram assim presentes várias perspetivas sobre o tema: uma Consultora internacional com larga presença nos Países Lusófonos e, portanto, com uma perspetiva global e operadores de telecomunicações que não se cingem apenas ao seu espaço nacional e, consequentemente, com uma perspetiva supranacional:

A Deloitte, Consultora internacional presente em todos os países de expressão portuguesa e, consequentemente, trouxe uma perspetiva global das Comunicações Lusófonas; a Vodacom Moçambique, inserida no grupo Vodacom, com várias operações em África que, por sua vez, integra o grupo Vodafone; aA Unitel que gere as operações em Cabo Verde e em São Tomé e Príncipe (e que já teve uma operação na Zâmbia); e Angola Cables que se tem constituído cada vez mais como uma empresa internacional, presente em Angola, África do Sul, Brasil, Estados Unidos da América e, recentemente, em Portugal e pretende liderar a conetividade digital no Atlântico Sul.

Nesta Conferência foram analisados os desafios que se colocam às Comunicações no Espaço Lusófono, as que derivam da oferta diversificada de serviços às populações por parte dos operadores nacionais e as que derivam da concorrência internacional dos OTT (“Over-The-Top”), tanto a nível das comunicações suportadas em cabos submarinos, como por satélite, estas últimas fornecendo serviços aos clientes finais nacionais em condições difíceis de concorrer por parte dos operadores nacionais sujeitos a obrigações legais nacionais e a uma escala mais reduzida.

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