O desemprego baixou para 5,6% em dezembro de 2025, menos 0,1 pontos percentuais do que em novembro e a taxa mais baixa desde fevereiro de 2002, quando igualou aquele valor, segundo a estimativa provisória divulgada hoje pelo INE.
Nas “Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego” hoje publicadas, o INE manteve, nos 5,7%, a estimativa provisória divulgada a 07 de janeiro da taxa de desemprego de novembro do ano passado.
Em dezembro de 2025, a taxa de desemprego de mulheres (6,1%) superou a de homens (5,1%) em 1,0 pontos percentuais, situando-se a taxa de desemprego de adultos em 4,7%, valor idêntico ao de novembro de 2025 e o mais baixo desde abril de 2002 (4,4%),
Já a taxa de desemprego de jovens recuou 0,5 pontos percentuais, situando-se em 18,4%.
Casas
O valor mediano de avaliação bancária na habitação aumentou 17,3% em 2025 face a 2024, fixando-se em 1.949 euros por metro quadrado (m2), com todas as regiões a registarem subidas, informou hoje o INE.
De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a Península de Setúbal apresentou a maior subida (23,0%) e a Região Autónoma dos Açores o menor aumento (11,9%).
Por tipo de alojamento, no ano passado, o valor mediano de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, aumentou 21,0% nos apartamentos e 11,5% nas moradias, para 2.239 euros/m2 e 1.435 euros/m2, respetivamente (1.851 euros/m2 e 1.287 euros/m2 em 2024).
Exportações
As exportações de bens caíram 2,9% no último trimestre de 2025, face ao período homólogo, enquanto as importações recuaram 5,1%, segundo a estimativa INE.
Já quando excluídas as transações TTE, ou seja, as transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, “estes decréscimos acentuam-se ligeiramente nas exportações (-3,6%) e atenuam-se nas importações (-4,1%)”, indica o gabinete de estatística nacional.
Quanto à comparação em cadeia, verificou-se uma evolução negativa em ambos os fluxos, sendo que, no terceiro trimestre, as exportações tinham caído 0,3% e as importações aumentado 5,4% (+3,1% quando excluídas as TTE).
O INE deixa, no entanto, o alerta de que esta estimativa rápida “integra um valor estimado nas exportações de maior magnitude do que é habitual, em virtude de parte da informação administrativa não estar disponível em tempo útil”.




