Comunidade portuguesa comemora Dia do Forte São Joaquim em Roraima

Da Redação

A Comunidade Portuguesa Forte São Joaquim em Roraima comemorou este ano, pela segunda vez e com apoio do Exército Brasileiro, o Dia do Forte São Joaquim.

A celebração aconteceu no primeiro domingo de Setembro. O evento cívico-militar teve lugar no 6º Batalhão de Engenharia de Construção, em Boa Vista, norte do Brasil.

Marcaram presença a Vice-Cônsul De Portugal em Belém, Dra. Maria Fernanda Pinheiro e o Cônsul Honorário Humberto Figueiredo, o reitor da UFRR, Dr. Jefferson Fernandes, o comandante do exército em Roraima, General Bessa.

Também participaram representantes dos parceiros no projeto de reconstrução do Forte, de alguns presidentes de Associações Portuguesas em Manaus e da comunidade luso-brasileira, como Lúcio Flávio Vilhena da Silva, Vice Presidente do Conselho Deliberativo do Luso Sporting Club; Johnny Yuma Azevedo Amazonas, Presidente da Confraria Saberes e Sabores Luso Amazônicos e Flávio Vilhena Gonçalo da Silva , Presidente do Luso Sporting Club de Manaus.

Pela manhã, aconteceu o evento cívico-militar que se iniciou com o hastear das Bandeiras e discursos, que foram bastante enfáticos sobre o desígnio da reconstrução do Forte São Joaquim como resgate de uma história comum entre Portugal e Brasil, e exemplo para as novas gerações.

A noite, a comunidade portuguesa promoveu um jantar com pratos tipicamente portugueses, fechando a comemoração com chave de ouro.

Fundada recentemente, a Comunidade Portuguesa de Roraima é uma associação que completou apenas um ano no último mês de Abril.

“Quando procuramos um símbolo para a Comunidade, surgiu a ideia do Forte São Joaquim, visto que era um registro da presença portuguesa em Roraima e representaria tão bem a ligação Portugal/Brasil” divulgou a associação.

Inicialmente a ideia era homenagear o Forte, que na sua fundação teve intuito de assegurar a extensão territorial daquela região. Posteriormente os diretores da associação pensaram em reconstruir ou fazer uma réplica, e se uniram num projeto de recuperação do forte em ruínas, construído no século XVIII por Portugal.

Esse projeto tem mobilizado a comunidade portuguesa e uma importante rede de parceiros, a Universidade Federal, o IPHAN, o IHGERR e o Exército Brasileiro.

“A nossa principal intenção é não deixar esquecer a presença portuguesa em Roraima, que tem como seu símbolo máximo o Forte São Joaquim pela importância que teve para a defesa e definição do território continental Brasileiro, pois este é o Forte construído mais a norte do Brasil”.

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