Da Redação
Com agencias

As eleições presidenciais e legislativas do Timor-Leste, realizadas este ano, serviram para consolidar o progresso que o país tem feito desde a independência em 2002.
A afirmação é do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon. Em visita ao Japão, durante o fim de semana, Ban elogiou a votação para escolher o novo Parlamento timorense. Em abril, os eleitores votaram no pleito presidencial.
Maioria
Segundo agências de notícias, o Congresso Nacional para Reconstrução do Timor-Leste, liderado pelo primeiro-ministro, Xanana Gusmão, conquistou o primeiro lugar das urnas, mas não conseguiu obter a maioria para governar.
O segundo lugar ficou com a Fretilin, o maior partido de oposição do país de língua portuguesa, no sudeste da Ásia.
Ban Ki-moon elogiou as autoridades eleitorais timorenses pela organização e monitoramento das eleições assim como a política do país.
Em maio deste ano, o Timor-Leste comemorou 10 anos de restauração da independência após se separar da vizinha Indonésia. O país foi uma colônia de Portugal até 1975.
A Missão da ONU que está no Timor, Unmit, deve deixar o país no fim deste ano.




