Mundo Lusíada Com agencias
De 11 a 19 de julho, Lisboa acolheu a 2ª edição dos Jogos da Lusofonia, numa nova oportunidade de encontro entre atletas dos países de língua portuguesa. A cerimônia de abertura da segunda edição dos jogos, sob o lema “A união mais forte que a vitória”, contou com a presença do presidente português, Cavaco Silva, no Pavilhão do Atlântico na capital lusa. Organizado pela Associação dos Comitês Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa – ACOLOP, esta edição foi inaugurada com um espetáculo no qual contou com centenas de patinadores, ginastas e bailarinos provenientes dos 12 países e territórios participantes, que desfilaram no recinto. Estiveram em destaque na solenidade os principais símbolos da Lusofonia: a língua, as palavras e o mar, bem como o Espírito Olímpico. Os Jogos da Lusofonia são um evento multidesportivo que reuniu nos concelhos de Lisboa, Oeiras, Amadora, Cascais e Almada mais de um milhar de atletas, em representação de oito países de língua oficial portuguesa e quatro outros países convidados. Além de Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau e Timor-Leste, estão participando ainda Sri Lanka, Macau (na China), Índia e Guiné Equatorial. A ACOLOP foi fundada em 08 de junho de 2004, com objetivo de integrar o mundo lusófono pelo desporto e já oficialmente reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Atualmente, o português é a quarta língua mais falada do mundo, com cerca de 260 milhões de falantes, estando quase cinco milhões espalhados por outros países do mundo (principalmente EUA, Canadá, França e Reino Unido). Membros associados da ACOLOP, a Guiné Equatorial, Índia e Sri Lanka, países em que o português não é a língua oficial, traz variações do idioma em algumas de suas regiões, resultado da influência do português nos continentes africano e asiático, durante a fase dos descobrimentos. Em 2013, o estado indiano de Goa vai acolher a terceira edição dos Jogos da Lusofonia, após decisão tomada na Assembléia Geral da ACOLOP, realizada em Lisboa. Goa competia com o Brasil na organização da próxima edição, mas o Comitê Olímpico Brasileiro acabou por desistir, e os responsáveis brasileiros disponibilizaram-se para organizar os Jogos de 2013 caso Goa não o conseguisse fazer, ou receber a quarta edição em 2017. O Brasil, buscando o bicampeonato nesta edição, liderou o quadro de medalhas com 75 no total e 33 ouros, seguido de Portugal com 71 medalhas e 25 ouros. Na sequencia, aparece Angola, com 14 medalhas, Macau com 9, e Índia, com um total de 7, empatado com São Tomé e Príncipe. Depois de Cabo Verde (com 6), Sri Lanka (com 5), e Moçambique (com 4 medalhas), seguem-se os países Guiné Bissau, Guiné Equatorial e Timor-Leste, que não obetiveram medalhas. Para conferir o quadro de medalhas completo e o resultado de todas as competições, acesse o site: www.lisboa2009.org.
RelacionadosPresidente português chega a Cabo Verde e vai receber a mais alta distinção
21 de julho de 2026
CPLP/30Anos: Não cabe aos ministros decidir sobre presidência – Portugal
18 de julho de 2026
Veja também![]() Associação alerta para risco de extinção da profissão de calceteiro e pede medidas
21 de julho de 2026
O secretário-geral da Associação Calçada Portuguesa alertou hoje para o risco de extinção da profissão de calceteiro e as consequências para o estado de conservação da calçada, pedindo que o Governo tome medidas. Em declarações à agência Lusa na véspera ![]() Mau tempo: Cerca de 1.600 clientes ainda sem serviços fixos de comunicações na região de Leiria
21 de julho de 2026
Cerca de 1.600 clientes, a maioria da região de Leiria, ainda não têm serviços fixos de comunicações, quase seis meses após a depressão Kristin ter atingido gravemente este território, informou hoje a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom). “Segundo os dados ![]() Portugal aprova proibição da burca e do niqab em espaços públicos e prevê multas de até 4 mil euros
21 de julho de 2026
Texto aprovado pelo Parlamento em 17 de julho proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos e reforça as medidas de segurança e identificação de pessoas. Da Redação O Parlamento português aprovou em 17 de julho uma proposta que proíbe |





