Operação “Portugal Sempre Seguro 2026” faz 139 detidos com destaque para crimes rodoviários

Foto PSP

As autoridades portuguesas detiveram entre 21 e 27 de fevereiro, em todo o país, 139 pessoas, entre as quais 68 por crimes rodoviários e 37 referentes a imigração ilegal, segundo dados hoje divulgados.

Em comunicado, o Sistema de Segurança Interna (SSI) refere que durante aquele período decorreu a operação anual “Portugal Sempre Seguro 2026”, que junta várias autoridades policiais, fiscais, de trabalho e serviços de segurança, tendo sido realizadas 293 ações ao nível distrital, repartidas por 339 ações em concelhos, com 3.121 meios humanos, apoiados por 1.013 viaturas.

As 139 detenções [68 por crimes rodoviários e 37 referentes a imigração ilegal resultaram de um registo total de 192 crimes, dos quais 67 rodoviários, 25 de tráfico de droga e 46 de imigração ilegal, de acordo com os dados.

Participaram nesta semana de operações a PSP, GNR, PJ, Polícia Marítima (PM), Autoridade Tributária (AT), ASAE, Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), em iniciativas de prevenção e dissuasão de práticas ilícitas, com especial incidência na fiscalização de estabelecimentos, fiscalização rodoviária e ações de combate à imigração ilegal.

No âmbito da operação “Portugal Seguro 2026”, foram fiscalizadas 13.184 pessoas, 10.936 a veículos, 26 embarcações, 22 contentores e 658 estabelecimentos, 83 dos quais de diversão noturna e 338 de restauração.

No mesmo período foram também registadas 1.668 contraordenações, das quais 1.067 rodoviárias, sobretudo por condução em excesso de velocidade e de álcool, enquanto no referente à atividade económica e alimentar se verificaram 177 e 193 tributárias.

Foram também apreendidas quatro armas de fogo, seis brancas, 39 veículos e diversa mercadoria no valor superior a 78 mil euros.

A nota do Sistema de Segurança Interna sublinha que estas medidas de caráter preventivo assenta na atuação coordenada das forças e serviços de segurança e de diversas autoridades, “reafirmando assim o compromisso do Estado com a segurança interna, a proteção das pessoas e a salvaguarda dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, para uma resposta preventiva mais eficaz, centrada na antecipação do risco”.

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