Mundo Lusíada

Segundo o Dr. Alcides, outro evento importante deste ano é com relação ao Hospital IGESP, que hoje já está com sua capacidade total de funcionamento, um hospital de alta complexidade, e que no final do ano passado conseguiu Acreditação de nível III da ONA, ou seja, nível de excelência em qualidade que no Brasil existem apenas 25 hospitais nessas condições. O futuro para o presidente é muito promissor, segundo ele, o grupo Trasmontano/Igesp preserva uma forma sólida de crescimento.
Faixa etária de associados caiu de 68 para 42 anos em média sem predominância da colônia portuguesa
Ao longo dos últimos anos o Centro Trasmontano de São Paulo conseguiu rejuvenescer sua carteira. Antes a média de idade do associado beirava os 68 anos, hoje a faixa etária caiu para 42 anos. “Nós conseguimos baixar a média com a entrada de associados mais jovens, fazendo um atendimento mais adequado para todos, não deixando os antigos mas também focando nos mais jovens. Com isso nós conseguimos mesclar nossa carteira, isso foi um trabalho feito pelo setor comercial e de vendas”.
Na história do Centro Trasmontano, o cliente do plano de saúde nas últimas décadas teve predominância portuguesa e luso brasileira. Numa outra fase eram mais clientes sem ligação com a comunidade lusa. Atualmente, segundo revelou o presidente, a carteira de associados esta muito diversificada. “O que vale para nós é a prestação de um serviço de qualidade, com afinco e entusiasmo de todos, sempre associado à responsabilidade e profissionalismo”, garante o presidente.
Confira mais em Galeria de Imagens: 80 Anos do Centro Trasmontano de São Paulo



