Da Redação Com agencias
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Um estudo do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) apresentado em novembro em Lisboa, divulgou que, no total, a CPLP deverá ter mais 110 milhões de habitantes em 2050 do que atualmente, passando para cerca de 357 milhões de pessoas. Citado pelo Jornal de Angola, o estudo indica que os sete membros avaliados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) registram todos um crescimento populacional até 2050, à exceção de Portugal, que perde habitantes. Os portugueses deverão passar dos atuais 10 milhões 700 mil, para 10 milhões de habitantes. A população angolana deve passar para 44 milhões 600 mil habitantes em 2050. A sua população atual é de 17 milhões 500 mil, segundo divulgou a agência Panapress. A Guiné-Bissau deverá crescer, no mesmo período, de um milhão 700 mil habitantes para cinco milhões 300 mil habitantes, e Timor-Leste de um milhão 200 mil para três milhões 500 mil habitantes. Ainda segundo o documento do FNUAP, em 2050 Moçambique terá 39 milhões 100 mil habitantes, em vez dos atuais 21 milhões 800 mil habitantes, e Cabo Verde um milhão de habitantes, quase o dobro dos atuais 540 mil. O Brasil, o país mais populoso da CPLP, passará dos atuais 194 milhões 200 mil habitantes, para 254 milhões 100 mil habitantes. O relatório do FNUAP, que traça o retrato da população mundial, não apresenta dados relativos a São Tomé e Príncipe, cuja população atual está estimada em cerca de 206 mil pessoas. Os dados do estudo do FNUAP significam um crescimento populacional de cerca de 44% nos Estados da CPLP, que em 2050 deverá concentrar quase 4,0% do total da população mundial, ou seja, nove bilhões 100 milhões de pessoas. As informações são da Panapress.
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