Fogos de ano novo arrancam as comemorações dos 600 anos da descoberta da Madeira

Mundo Lusíada
Com Lusa

Milhares de pessoas assistiram, em 01 de janeiro, aos oito minutos do espetáculo de fogo de artifício da passagem de ano, assinalada com 163.813 peças de material pirotécnico, disparadas de 37 postos ao longo do anfiteatro do Funchal, na Madeira.
O espetáculo deu início às comemorações dos 600 anos, a celebrar em 2019, do descobrimento do arquipélago da Madeira pelos navegadores João Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira e Bartolomeu Dias, no princípio do século XV.
Segundo a Secretaria Regional do Turismo e Cultura, a ocupação hoteleira neste período de Fim de Ano foi de 88%, tendo o Governo Regional investido no espetáculo pirotécnico 976 mil euros.
No total, o executivo regional investiu 3,4 milhões de euros no programa de festas de Natal e de Fim do Ano, que começou em 01 de dezembro e termina em 07 de janeiro, e que contempla já a animação do Carnaval.
Também para assistir ao fogo de artifício, e segundo dados da Administração dos Portos da Madeira (APRAM), dez navios de cruzeiros com cerca de 20 mil passageiros atracaram no porto ou fundearam na baía do Funchal.
O espetáculo esteve a cargo da empresa que, na passagem de 2006/2007, conquistou para a Região Autónoma da Madeira a distinção de “Maior Espetáculo Pirotécnico do Mundo, inscrito no livro dos recordes “Guinness World Records”.
Na passagem de ano de 2016/2017, a empresa minhota alcançou para a Madeira um novo recorde internacional: o certificado do “Maior Espetáculo Pirotécnico da Europa”, com 132.000 peças pirotécnicas, troféu patenteado pela “National Register of Records”.
Durante o dia 31 de dezembro, antes do fogo de artifício atuaram bandas filarmônicas e grupos folclóricos na baixa do Funchal.
O espetáculo “A Noite de Passagem de Ano”, na Praça do Povo, complementou a animação na cidade do Funchal.

Desafio da Saúde
No início do ano, o presidente do Governo da Madeira, Miguel Albuquerque, disse que um dos “maiores desafios” da região autônoma é garantir a sustentabilidade do serviço público de saúde, onde o executivo vai investir 317 milhões de euros este ano.
“É importante ter a noção que o grande desafio para os próximos anos é garantir a sustentabilidade do Sistema Regional de Saúde e do Sistema Nacional de Saúde”, afirmou o governante, durante uma sessão de boas-vindas a 77 novos médicos internos no Hospital Central do Funchal.
Estes novos internos iniciaram a formação médica prática no Serviço de Saúde da Região (SESARAM): 35 já concluíram a parte teórica e iniciam um ano de formação prática antes da especialidade; 29 estão na formação específica (médicos que iniciam a sua especialidade após conclusão do ano comum) e 13 na especialidade de Medicina Geral e Familiar.
Miguel Albuquerque realçou que, apesar do fraco crescimento da economia portuguesa, é necessário manter a sustentabilidade do sistema público de saúde, onde o Governo Regional vai investir 317 milhões de euros em 2018, mais 30 milhões do que no ano passado.

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