Raimundo Salles garante que vai doar o dinheiro ganho como deputado para instituições de caridade

Candidato promete doar o ganho como deputado Mundo Lusíada 

Eleito deputado federal, o advogado Raimundo Salles garante que vai doar todos os subsídios a que tem direito para instituições de caridade. Ele pretende conciliar suas atividades parlamentares com o exercício da advocacia, com a qual pretende continuar se mantendo. Para tanto, condena a reeleição e antecipa: “Serei o primeiro a dar o exemplo. Considero a reeleição uma possibilidade perversa e profissionalizante. Vou continuar advogando, pois é minha profissão”. 

Salles que vem pautando a sua conduta pela defesa intransigente dos direitos dos idosos, aposentados, pensionistas e portadores de necessidades especiais, quer, como deputado federal, propor de um grupo para definir que as contribuições para a Previdência Social só possam ser utilizadas para o pagamento de aposentadorias e benefícios, sem o desvio de recursos para outras finalidades. Esse grupo seria integrado, em igual número de participantes, por representantes do governo, da sociedade e de interessados na questão. 

Para Salles, esse dinheiro da Previdência tem que ser administrado como ocorre com os fundos de pensão, aplicado no mercado, com a realização de negócios que garantam sua rentabilidade. Assim, poderá cumprir a sua principal função, que é garantir uma vida digna para os aposentados e pensionistas que contribuíram a maior parte de suas vidas. 

As despesas com outras modalidades, como Funrural, aposentadoria por idade de quem não contribuiu e outros, devem ser arcadas pelo Tesouro. Salles lembrou que, tendo ficado com a administração direta, o dinheiro da Previdência foi utilizado indevidamente, desde a época do regime militar, para a construção da Transamazônica, ponte Rio-Niterói e outras obras sem relação com a Previdência. 

Em Brasília, como deputado federal, Salles vai lutar pela criação do Parlamento Regional, sem remuneração, nos moldes da Comunidade Econômica Européia, para que a representação deixe de ser apenas do Executivo para ser integrada também pelo Legislativo, com capacidade para gerar leis próprias relativas às cidades unidas geograficamente em questões comuns, como transporte público, lixo e outros.

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