Cavaco faz roteiro sobre deficientes e participa de jantar de Natal da Casa Pia

 

Presidência República Portuguesa O Presidente visitou o Instituto de Jacob Rodrigues Pereira, em Lisboa, um colégio da Casa Pia que se dedica à educação e ensino de crianças e jovens surdos. O instituto é um dos “bons exemplos” de instituições que se dedicam a apoiar deficientes de acordo com o Chefe do Estado. Depois, Cavaco Silva participou no jantar de Natal da Casa Pia, com alunos, pais e professores do instituto e de outros colégios da instituição.

Depois de Lisboa, o roteiro presidencial seguiu, na terça-feira, algumas centenas de quilômetros, visitando instituições e empresas em Aljubarrota (Leiria) a Viseu, passando por Lousã e Miranda do Corvo (Coimbra).

O objetivo desta jornada de dois dias foi mostrar “o que está a fazer-se de bem”, mostrando casos de empresas e instituições que empregam ou apóiam deficientes. Independentemente das obrigações estatais de apoio às pessoas com deficiência, Cavaco Silva quis mostrar o que “a sociedade poderá fazer pelos deficientes”.

Em Aljubarrota, o Presidente visitou as empresas ARFAI – IGM Faianças, em que grande parte da sua produção é para exportar, e que empregam três deficientes. A comitiva presidencial seguiu para Miranda do Corvo (Coimbra) para conhecer a Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional, que funciona como uma sociedade de desenvolvimento local e em que 10% dos empregados são deficientes.

Em Lousã, o ponto de parada foi a Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã, que agrupa empresas em várias áreas (ambiente, saúde, cerâmica, indústria de madeiras) e que emprega pessoas com deficiência. O dia terminou em Viseu numa reunião com o presidente da câmara.

Esta é a quarta edição do Roteiro para a Inclusão, que tem como referência o discurso de Cavaco Silva no 25 de Abril, no Parlamento, em que propôs um “compromisso cívico” alargado para cumprir um dos objetivos da Revolução de Abril, uma “maior justiça social”. Em Portugal, segundo o Censo 2001, 6,1% da população, ou seja, cerca de 635 mil pessoas, sofrem de deficiência, a sua maioria com problemas visuais (25,7%) e motores (24,6%).

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