Um dos melhores eventos do CCLB

Mundo Lusíada

 

“Tudo vale a pena se a alma não é pequena. Eu acho que a nossa alma hoje foi muito grande e valeu muito a pena todo o sacrifício, as noites sem dormir, ansiedade do que ia ser feito, acabou sendo um sucesso”. A definição é do presidente do Conselho da Comunidade Luso-Brasileira de SP, Antonio de Almeida e Silva, muito emocionado no encerramento do evento.

 

Mundo Lusíada

Maestro João Carlos Martins com a Orquestra Bachiana Jovem.

“Tivemos aqui para encerrar o maestro João Carlos Martins que foi a moldura de toda nossa emoção, de tudo aquilo que imaginávamos do dia 10 de Junho” disse Antonio Almeida ao Mundo Lusíada. E todos tiveram participação. “É uma noite para ficar na história e eu tenho muito orgulho que tenha sido o Conselho a coordenar isso. Agradeço a comunidade que esteve conosco, a imprensa que nos prestigiou, então foi um sucesso de todo mundo”.

Para o presidente do CCLB, a integração entre brasileiros e portugueses foi marcante. Esta sessão solene recebeu diversos representantes do poder público de São Paulo mostrando que “eles simpatizam com nossa comunidade, hoje ficou demonstrado que há uma integração que não é só uma ‘força de expressão’, é verdadeira”.

 

Apesar da comemoração, neste ano a data ficou marcada ainda por um viés diferente por conta de algumas políticas voltadas aos portugueses da diáspora que desagradam a comunidade. “As comunidades portuguesas, na verdade, não teriam muito o que comemorar se for estar atentos ao que o governo tem feito pelas comunidades, ou pelo que não tem feito. Porém, a comemoração do Dia da Raça é uma coisa muito mais ampla, que extrapola qualquer governo ou qualquer partido. Nós estamos festejando mesmo é a interação dos portugueses pelo mundo afora, e São Paulo deu uma demonstração de que isso é possível e que tem que ser feito” finalizou.

Em seu discurso, Almeida e Silva afirmou que os governos portugueses devem compreender que as comunidades são uma vertente que dinamiza a imagem do país, estrutura laços de amizade com os compatriotas, e contribuem para o desaparecimento de injustiças. *Leia mais no Jornal Mundo Lusíada.

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