Jubileu de Ouro da Casa Ilha da Madeira teve homenagens e show de Ângelo Máximo

Mundo Lusíada

A maior festa do ano na Casa Ilha da Madeira de São Paulo aconteceu no domingo dia 07 de julho com apresentações folclóricas, teve uma breve solenidade e aquela tradicional sessão de homenagens promovida em parceria com a Câmara Municipal através do vereador Toninho Paiva (que não esteve presente e foi representado pelo Cláudio e pela Norma, além da TV Câmara que esteve gravando o evento), momento que onze pessoas foram agraciadas com um diploma.
Antes ainda teve discursos de vários amigos da casa presentes no palco e que usaram do microfone para parabenizar a entidade aniversariante. A programação ainda teve o show mais esperado do dia, do cantor Ângelo Máximo, da época da famosa “jovem guarda”, chamada época de ouro da música brasileira.
Porém a tarde toda foi marcada pela grande confraternização entre madeirenses e descendentes, além de simpatizantes, convidados e gente ligada à comunidade portuguesa. Destaque para a culinária da casa que produziu muito churrasco, bolo do caco, espetada, bolinhos de bacalhau, além de doces, bebidas e muitas outras delícias portuguesas.
Em entrevista à TV Câmara o presidente do Conselho da Comunidade, Manuel Magno Alves falou sobre o evento que teve tripla comemoração: 600 anos do descobrimento da Ilha da Madeira, dos 50 anos de fundação da casa, e o Dia da Comunidade Madeirense. “Esta é uma comunidade que representa de maneira muito brilhante a comunidade como um todo, a comunidade portuguesa e luso brasileira. Eu penso que esta comemoração deve ser preservada e deve ser sempre cantada porque nós, emigrantes, temos que comemorar as nossas datas para que as nossas raízes não morram, e esta comemoração de hoje [citou como exemplo] nada mais justo para uma comunidade vibrante, atuante e muito unida, que são os madeirenses”, disse.
No palco, durante a solenidade o presidente do Conselho Manuel Magno voltou a falar da entidade dizendo que a marca de 50 anos, só isso já é uma grande vitória de todos, por ser uma marca muito expressiva.
Já o presidente José Manuel Dias Bittencourt lembrou passagens da época da fundação da casa, quando os madeirenses de São Paulo se reuniam no mês de agosto para festejar as coisas de sua terra. “E para não esquecerem aquilo que eles tinham lá na nossa querida Madeira, fundaram essa casa e por isso hoje estou continuando este trabalho com minha diretoria e cada vez mais procurando fazer o melhor, e agradeço a todos que colaboram durante todo o ano, os funcionários, os colaboradores e todos vocês que estão sempre aqui conosco, contamos com vocês para o prosseguimento nesta empreitada, para relembrarmos nossos antepassados, os que se foram e os mais novos, o importante é que os descendentes estão vindo na casa para darmos sequência a este trabalho maravilhoso, que é lembrar do nosso tempo daqueles arraiais que temos lá da nossa Ilha da Madeira”.
Registramos ainda nesta tarde a inauguração de uma placa fixada na praça central do pátio da Casa Ilha da Madeira, numa iniciativa do vereador Toninho Paiva (representado neste ato pelos assessores Cláudio e a Norma), como homenagem do Legislativo paulistano à Casa Ilha da Madeira nesta passagem dos 50 anos.

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