“Viriato” o fantástico herói da Lusitânia

Por Adriano Augusto da Costa Filho

Séculos e Séculos se passaram, no entanto essa figura magistral nunca poderá ficar esquecida e para tanto aqui apresentamos algo sobre esse fantástico personagem da História da Lusitânia, que foi urdida numa época difícil da história, porém, que ficou imortalizada para todo sempre nos anais e que aqueceu a imagem dessa figura imortal, o memorável “Viriato”.
Ele nasceu em 181 A.C. e faleceu em 139 A.C. naturalmente datado pelo antigo Calendário Juliano, uma vez que esse calendário foi substituído pelo Calendário Gregoriano no ano de 1517 de nossa Época.
Viriato nasceu na região dos Montes Hermínios, atual Serra da Estrela e era um pastor e caçador, como era prática nessa época milenar, e se tornou chefe dos Lusitanos que combatiam as Ordas Romanas.
Os guerreiros pastores que acompanhavam Viriato e que também eram chamados de Hermínios por causa do local dos Montes, avançavam por ordem de Viriato, sempre cantando hinos de seus antepassados.
Como eram naturalmente ordas dos antigos guerrilheiros Celtas, os quais vindos do centro da Europa à 4.000 anos e por ali ficaram e formaram ligações com Celtiberos, Iberos, Lúcios e estes que se refugiaram nas montanhas formaram uma aliança com os Lusitanos e acabaram em aliança tornando-se Lusitanos.
Nesse ínterim dois generais romanos, Galba e Lúculo, conseguiram fazer a Paz com os Lusitanos, o que acarretou aos mesmos ficarem em Paz, porém, foi uma falsidade monstruosa uma vez que as Ordas Romanas começaram a atacar os Lusitanos, visto que eles haviam concordado com a Paz, desarmando-se e ai começou uma carnificina, uma vez que no acordo de Paz os Lusitanos ficaram desarmados, em uma traição total.
Com esses acontecimentos, começou novamente uma outra guerra, lutas e lutas por todos os lados, as ordas romanas e os lusitanos em constantes combates, até que Viriato fosse atingido na cabeça e ferido foi levado para a aldeia, porém não resistiu e o bravo guerrilheiro lusitano partiu para a história.
Em Roma, os senadores reunidos foram informados da morte de Viriato, porém ficaram pasmados com as legiões dos Lusitanos e sua garra guerreira em defesa das suas ordas lusitanas e resolveram dai em diante fazer a Paz com as guerrilhas para isolar os Lusitanos.
Existem muitas histórias e contos sobre as obras guerreiras de Viriato, porém, acreditamos que em razão da sua forma peculiar de enfrentar e formar as suas ordas, ele conseguiu firmar a “Fibra Lusitana” de seu povo e dessa constância conseguiu que os lusitanos se tornassem os reais defensores e combatentes contra as ordas Romanas num tempo muito difícil de vida, em razão dos constantes combates em todas as direções com todos os povos existentes contra os Romanos, e dai advém a vitória moral e celebrada dos lusitanos, que herdaram das ostes lusitanas do maior guerreiro de todos tempos e fixador do povo lusitano e que continuando a sua brava luta aos portugueses herdeiros nominais desse bravo mestre lusitano: o heroico pastor guerrilheiro lusitano “Viriato” que com sua fibra e marca, a marcha definitiva no sangue lusitano, transmitido ao povo português, para a honra e glória do nosso querido e eterno Portugal!

 

Por Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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