Peso da Régua – a Maravilha Lusitana do Eterno Portugal

No ano de 1998, estive em “Peso da Régua” onde voltei em 2012 e 2013. Fiquei verdadeiramente apaixonado por essa região do Eterno Portugal e a descobri por uma visita feita à ela em razão da digressão feita a Portugal. Toda a região em seu torno é de uma beleza incomparável, são montes, montanhas, vales e o maravilhoso Rio Douro que serpenteia essa região. Ali as plantações em seu entorno nos apresenta uma visão fantástica e agora ainda mais com as “élices” plantadas nos montes para carrear a eletricidade, com seus movimentos coordenados.
O Vinho do Porto, o monumento mundial do sabor da uva, é ali feito e levado para as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, e em tempos mais remotos em barcaças e hoje em modernos navios. Conta-se que no século XVI, o Rei de Portugal trouxe mudas de videiras para a região, por ser uma região fresca e de pouquíssimas chuvas e ali prosperaram as videiras e as uvas delas colhidas nos deram esse extraordinário e fantástico vinho mundial o “Vinho do Porto”.
A história de “Peso da Régua” remonta possivelmente à “Era Romana”, e dali surgiu um nome “Vila Regula”, e de outra forma, deriva de “Récua” pelas cavalgaduras que passam pelo Rio Douro ou ainda outra formação de nomes “Reguengo” em razão de terras dos Reis.
Outra historia emocionante pela região, foi o fato do “Marquês de Pombal” no ano de 1756 ter criado a “Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro”, conta-se ainda que por volta do ano de 1093 da nossa era o Conde D. Henrique doou a D. Hugo o qual cedeu também para Égas Moniz.
No ano de 1836, Peso da Régua passou a Concelho nesse ano após o reconhecimento da Cia. Geral das Vinhas e era conhecida já com o nome de “Régoa”, o que hoje boa parte da população diz ser da “Régua”. Porém, no ano de 1837 ela foi elevada à categoria de “Vila” e com a anexação na época das freguesias de Godim, Loureiro, Fonteles, Moura Morta e de Sechelos e bem como, em 1859 também anexadas as freguesias Polares, Covelhinhas, Sedelce, Vilarinho de Freires e também no ano de 1976 integrou-se Canelas, bem como, a nova Vinhós, formando assim 12 freguesias do seu Concelho.
Peso da Régua, é servida por uma Estrada de Ferro, comumente chamada de “Combóio”, e que com certeza transporta também o famoso vinho em tonéis para a cidade do Porto, e que hoje com navios de melhor formação fazem esse serviço.
A Régua, como é comumente chamada, é uma cidade de nível progressista, com maravilhosas entidades, piscinas públicas, barcos turísticos, Santa Casa de Misericórdia, Hospital D.Luiz I; enfim é uma cidade maravilhosa, não só para os habitantes, mas também para os turistas que usufruem de um porto turístico onde navios turísticos fazem passeis maravilhosos pelo Rio Douro.
A Câmara Municipal de Peso da Régua, trabalha incessantemente em prol do progresso do Concelho, inclusive determinando regras para o fortalecimento das atividades normais da população, bem como, de imóveis e principalmente da parte turística da cidade.
Portanto, foi uma maravilha eu ter conhecido Peso da Régua e com certeza se Deus permitir em próxima digressão a Portugal com certeza irei até Peso da Régua, que ficou marcada em meu coração Lusitano.

 

Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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