O Renascimento do Brasil por Portugal! Marquês de Pombal – Sebastião José de Carvalho e Melo

Todos nós de uma maneira ou de outra, brasileiros e portugueses já ouvimos ou lemos sobre o emérito “Marquês de Pombal”. Ele nasceu em Lisboa em 13/05/1699 e faleceu em Pombal em 08/05/1782.
Figura magistral na política portuguesa da época, entrosado com o reinado, foi indicado para Ministro das Relações Exteriores de Portugal, uma vez que o Império Lusitano, já enorme nas suas conquistas africanas, Ásia e na América, necessitava de uma pessoa do seu porte político, crítico, histórico, e amor às coisas principalmente de Portugal.
O Brasil, atravessava uma fase critica, em razão da extensão de seu território, haja vista, que o território brasileiro de tão extenso e bem maior que toda a Europa, dificultava a manutenção do território em prol da Dinastia Lusitana.
Desde o ano de 1500, só vinham para o Brasil, militares, sacerdotes, funcionários do Reino, para cumprir as suas missões, geralmente por 1 ano, e retornavam à Portugal e portanto, não havia a Imigração de famílias ou indivíduos e a vinda muito dificultada pelas viagens de aproximadamente 2 meses no mar, com as circunstâncias difíceis, de alimentação, água, banhos e outras coisas.
Em razão da formação da população brasileira, que começou com a entrada do pessoal de Portugal, e com o congraçamento com as Índias houve o surgimento dos primeiros brasileiros, que com a vinda dos escravos negros africanos que vinham às mancheias pelos Navios Negreiros ingleses, começou então a formação da ligação, negros, com índias e brancos, formando inicialmente uma raça brasileira, o cafuzo, o caboclo e o mulato.
Em seguida à essa formação, e em razão da mistura natural, da língua portuguesa, com o tupi e o guarani, línguas indígenas, começou-se a formar uma outra língua, que já era conhecida como a “LINGUA GERAL”, inclusive falada no litoral do Brasil e isso provocou então pelas bordas do início do Século 18, ou seja 1.700, uma idéia da formação de vários países em torno do Brasil, ou seja, O REINO DO PARÁ E MARANHÃO, O REINO DO NORDESDETE E O REINO DO SUL DO BRASIL, e que praticamente já eram “TRÊS PAISES”.
No Ano de 1725, sabendo disso, o Marquês de Pombal armou uma esquadra e enviou ao Norte do País, prendeu o Vive-Rei desse novo país e no Nordeste também e o Sul logo aderiu e então tudo se acalmou e novamente surgiu o nosso querido e eterno BRASIL, por obra desse emérito nobre lusitano o Marquês de Pombal.
No seu Decreto Real, proibiu que se escrevesse ou se falasse nessa “língua geral”, e os cartórios tenham que refazer quaisquer documentos que fossem escritos nessa língua e as pessoas estavam sujeiras a penas rigorosas, porém o Marques de Pombal permitiu que as cidades brasileiras, que 80 % continham nomes indígenas permanecessem com os nomes originais para evitar confusões e hoje mais da metade das cidades brasileiras contêm nomes indígenas.
Nessa ocasião dos princípios do Século 18, o Brasil já não existia mais, eram 3 reinos: e em 1725 foi quando o decreto do Marquês de Pombal foi editado e tomadas as providências, caso contrário hoje não existiria mais o Brasil, e por estas regiões, mais 3 países seria o Brasil como hoje são Bolívia, Equador e Peru.
Portanto, nós brasileiros e portugueses, muito orgulho temos pelo Marquês de Pombal, que sacramentou para o MUNDO, um dos maiores países do planeta e falando a língua portuguesa, [hoje] com 250 milhões de habitantes e honra e glória ao nosso QUERIDO E ETERNO PORTUGAL.

 

Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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