Lisboa

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Ela já foi “Olisipo” – “Ulishbona” – “Olissobon” – “Lixbuna” e finalmente consagrou-se eternamente com o nome sagrado de “Lisboa”. Todos nós portugueses e luso-descendentes, sentimos um orgulho grande pela maravilhosa cidade de Lisboa / Portugal, ela vem de eras milenares, muito antes de existir a Europa, muito antes das invasões romanas e mouras, evidentemente com nomes diferentes, todavia, pelas expressões podemos tirar do seu seio milenar o nome sagrado de “Lisboa”.
Por eras datadas temos a expressão Olisipo que foi dotada desse nome pelos “Fenícios” todavia existem várias teorias, uma delas é que Olisipo vem do grego “ULISSES”, em corruptela para “Ulissobon”, já em eras anteriores outros povos lhe deram nomes como os invasores Visigodos, que a chamaram de “Ulishbona” e os Mouros a chamaram de “Lixbuna”, portanto até chegar ao nome LISBOA, as corruptelas vieram de milhares de anos.
Nos tempos romanos, que vieram de 300 anos Antes de Cristo até o ano de 711 de nossa era, quando os Mouros a tomaram dos Romanos ela era conhecida como “Oliosipon” para os Romanos e nos anos de 139/138 antes de Cristo, os Romanos a conquistaram e reafirmaram o nome Olisipo, todavia ela não era a capital do império romano na Lusitânia, cuja capital era outra cidade “Eméritas Augusta”, a atual Mérida, mas Olisipo foi incluída na província romana da Lusitânia.
Passados séculos, só no ano de 1179, quando o Rei de Portugal, Dom Afonso Henriques a reconquistou e o nome “PORTOCALE” apareceu e dali em diante em Portugal, ela se tornou a Capital do Reino em 1255, depois após vários séculos até a era das grandes conquistas, Lisboa começou a ser conhecida como a mais moderna cidade do velho mundo pelas magistrais descobertas pelo mundo afora.
No ano de 1755 sofreu um terrível terremoto e foi reconstruída pela sanha renovadora do herói português, o famoso Marquês de Pombal (Dom Sebastião José de Carvalho Melo) o qual tinha sido nomeado como Ministro das Relações Exteriores de Portugal, que além de reconstruir a cidade ele é com certeza o grande nome da grandeza do território do Brasil, visto que o mesmo já se achava dividido em 3 países e em 1715, enviou a esquadra portuguesa ao Brasil e acabou com o “Reino do Grão/Pará e Maranhão” ao “Reino do Nordeste” e ao “Reino do Sul do Brasil” e transformou-se também herói na grandeza do Brasil.
Outro fator grandioso dessa Lisboa maravilhosa, nos foi dado também na era napoleônica, quando as tropas de Napoleão tentaram invadir Lisboa e a Corte de D.João VI veio para o Brasil e mais um exemplo maravilhoso dessa cidade, que transformou o Brasil colônia na real grandeza brasileira.
Hoje Lisboa é uma das cidades mais lindas da Europa, esteio do Portugal moderno, uma cidade maravilhosa, das eras antigas e da era moderna, para honra e glória do nosso querido e eterno Portugal.

 

 

Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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