Bragança, a maravilhosa e histórica cidade de Trás-os-Montes – Aldeia de Rio Frio

Por Adriano Augusto da Costa Filho

As históricas e eternas histórias de Rio Frio – Bragança – Portugal, estão enraizadas a séculos e séculos na maravilhosa história lusitana.
Rio Frio durante séculos e séculos na história trasmontana de Bragança, é o pomo inicial das aldeias trasmontanas, uma vez que dá início as aldeias portuguesas nas eras trasmontanas.
Sempre Rio Frio pertenceu ao Concelho de Bragança, durante séculos e séculos sem fim, porém, em uma reforma administrativa em 2013 ficou agregada com aldeias, de Milhão, Paçó de Rio Frio, e Quintas do Vilar, porém continuou como sede de freguesia.
No ano de 1.144 a aldeia tinha o nome sagrado de “Rivus Frigidus do Monte” denominação ainda de era do latim, no entanto em 1258 passou a ter o nome de: Santa Maria Rivulo Frigido, e em 1299 já passou a outra categoria de vila. Já no ano de 1514, sendo que, só no ano de 1853 passou a aldeia de Rio Frio a Rio Frio – Bragança.
Na sua historia secular, Rio Frio – Bragança, ela vem da “idade do ferro”, uma época da humanidade que a história começava a se modificar, evidentemente com o progresso cultural dos seres humanos.
Hoje nós no Brasil temos uma cidade no Estado de São Paulo, que faz uma homenagem à Bragança – Portugal, ou seja, a nossa “Bragança Paulista” cujo nome vem do ano de 1767 como nome de Vila Nova Bragança, e que mais tarde passou a denominação de: Bragança Paulista.
O nome Bragança, refere-se à tradição da dinastia portuguesa dos “Braganças”, que governaram durante séculos Portugal e Brasil.
Tenho muito orgulho dessa aldeia trasmontana de “Rio Frio – Bragança”, uma vez que a minha mãe: Maria Anunciação Anes da Costa, lá nasceu, e eu tive já por 4 vezes a honra de ir à Portugal, e beijar o chão do sagrado templo de: Rio Frio – Bragança – Portugal.

Por Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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