AS ORIGENS DO PORTUGAL ETERNO!

Por Adriano Augusto da Costa Filho

Nós portugueses e Luso-Descendentes, só temos noções de nossas existências Pátrias quando por ventura nos interessamos pelos conhecimentos de fatos constatados de épocas geralmente presentes, e por motivos adversos não chegamos a nos interessar pelo passado das épocas dos nossos antepassados, as quais ocorreram a milhares de anos.
Porque existe Portugal o que aconteceu em épocas distintas, que vêm de 3 a 5 mil anos e onde está Portugal era uma terra habitada por um povo que veio do centro da Europa, os Celtas e esse povo tinha uma cultura mais avançada de outros povos e conhecimentos mais avançados de outros povos, como os Godos, Visigodos os Álamos e outros povos, os Celtas conheciam a “Liga do Ferro” e suas armas eram insuperáveis.
Assim sendo, como não existia agricultura, uma vez que os povos daqueles tempos só se alimentavam com frutas, flores, aves, peixes e animais e de coisas comestíveis todos esses povos desse passado distante aventuravam-se em conquistar outros povos e outras terras e foi o que aconteceu com os Celtas que dominaram a Península Ibérica, onde existiam tribos como os “Lusitanos” e os “Iberos”, no entanto os Celtas era um povo mais culto, com sabedoria humana e transmitiram a sua sabedoria para os povos Lusitanos e Ibéricos, o que ocasionou o avanço desses povos, que nessas épocas quase infindáveis só se mantinham à custa de guerras entre eles e domínios constantes etc…
Nesses tempos existia um povo que habitava as intermediaras entre os Rios Tejo e Douro, que eram os Lusitanos, e suas terras eram conhecidas como Lusitânia, e o povo Lusitano que adquiriram parte da cultura Celta, tornou-se um povo agradável, culto, divertido e ocupavam os seus tempos na guarda dos seus rebanhos, gostavam da música e criaram as flautas e também quase sempre nas horas de descanso, dançavam as suas músicas da época e geralmente viviam em torno de rios e seus barcos eram produtos de árvores de todos os tamanhos e as suas roupas eram extraídas das lãs tiradas dos animais e que descobriram os teares.
Como os Celtas introduziram a sua sabedoria nos povos Península Ibérica, os Lusitanos adquirindo a sabedoria Celta, avançaram tecnologicamente com seus barcos e foram avançando até aos grandes navios, que permitiram estudos posteriores fazerem navios da ordem das grandes descobertas mundo afora e juntando à sua Sabedoria Lusitana, culminaram nas grandes descobertas acontecidas.
Como todos nós sabemos, sempre haverá guerras entre povos, haja visto, o que aconteceu e acontece em nossas épocas na humanidade atual, porém naqueles tempos os choques entre povos eram no “mano a mano” e não nesta época tecnológica e de destruição total dos povos e suas grandezas, o que não aconteceu naqueles tempos, porque após a Era Celtica, tivemos a Era Romana, isso 300 anos antes de Cristo, já com a cultura romana mais avançada e dominadora porque estes romanos haviam descoberto a Liga do Aço e suas armas derrotaram quase todos os povos da Europa.
Os romanos ficaram 1.000 anos dominando a Península Ibérica, e novamente também trouxeram a sua cultura poética da escrita, a Língua Latina (o Latim) a formação militar, a ordem jurídica, a agricultura e outros pormenores e bem outras melhorias constantes nos resumos encontrados em todas épocas. Esse domínio perdurou até o ano de 711 de nossa Era, uma vez que a Europa e consequentemente com a cultura dos invasores os Mouros que vieram do Norte da África, trouxeram a sua cultura e novamente houve a mistura já acontecida dos Celtas e dos Romanos, e nesse ano de 711 outra cultura juntou-se à sabedoria dos Lusitanos.
Depois de grandes batalhas entre os Lusitanos e Mouros, por obra do Infante Dom. Henriques e a famosa “Batalha de Ouriques” e com sua vitória o “Condado Portucalense” passou a ser o: “REINO DE PORTUGAL” pelas bordas do ano de 1149 de nossa época e Afonso Henriques 1º Rei de Portugal.
Se hoje nós temos o nosso querido e eterno Portugal, foi obra consequente de vários povos que nos deram essa mística maior, país desbravador, feitor de vários países no mundo, provando o seu conhecimento e levando por toda parte a sua cultura sagrada, temos que ter um orgulho imenso das Eras Lusitanas, das Eras Portucalenses, e da era atual do nosso querido e eterno Portugal, olor de flores para os Celtas, que iniciaram a nossa formação e que na sua sabedoria eterna de um povo culto deixou gravado para sempre um seu ditado da sabedoria humana: “Viverás 100 anos, com mais um ano para arrepender-te”.

 

Por Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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