Algumas referências sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Como ainda existem dificuldades para o cumprimento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, vamos fazer algumas observações que, naturalmente ao meu ver irão ser explanadas e para nós mormente do Brasil possam ter algum significado para melhorar a nossa escrita, da mais linda Língua do Mundo, a “Língua Portuguesa” hoje escrita e falada por 300 milhões de pessoas.
O Acordo Ortográfico assinado em Lisboa/Portugal, em Dezembro de 1990 pelos países de Língua Portuguesa: PORTUGAL, BRASIL, ANGOLA, SÃO TOMÉ E PRINCIPE, CABO VERDE, GUINÉ-BISSAU, MOÇAMBIQUE E A SEGUIR POR TIMOR LESTE. No Brasil o acordo foi aprovado em 18 de abril de 1995, inclusive refere-se tão somente à língua escrita e não falada.
As mudanças no “Alfabeto” que estavam em 23 letras, A-B-C-D-E-F-G-H-I-J-L-M-N-O-P-Q-R-S-T-U-V-X-Z, passou para 26, incluído o K – W e o Y. E não se usa mais o “Trema” em cima da letra U, e portanto um exemplo: agüentar ou argüir, agora é aguentar, arguir, etc… sendo que o trema permanece nas palavras estrangeiras, exemplo Müller, etc… Não se usa mais nos acentos ditongos: apóio bóia, para raio, boia, etc… porém as palavras oxicitonas ou em u permanecem, exemplos: Piauí, etc. e não se usam mais acentos em palavras como abençôo, enjôo vôos, vêem, etc..
No uso do hífen, algo foi alterado e usa-se sempre o hífen em palavras iniciadas em h, como exemplo: mini-hotel, super-homem, anti-higienico, etc… e bem como não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal, exemplo: autoescola, autoestrada, antiaéreo etc… e no emprego do hífen com prefixos sempre é usado o hífen diante do h, como seja: anto-higiênico etc..
Como vemos a intenção não foi mostrar e exemplificar totalmente o “Acordo Ortográfico” da Língua Portuguesa, uma vez que itens completos sobre toda a grafia levariam páginas e páginas, no entanto fica uma pequena explicação, para que possamos cada vez mais aperfeiçoar a nossa Língua Portuguesa e naturalmente possamos analisar e compreender o que os Jornais, Livros, Boletins etc… escrevem no aperfeiçoamento de nossa Língua Portuguesa, uma vez que ainda existem diferenças tanto em PORTUGAL como no BRASIL, para aceitação total do acordo.
Como a nossa LÍNGUA PORTUGUESA ao falarmos ela é “NASAL E LABIAL” e não “GUTURAL”, poderemos com o tempo chegar à perfeição ao falar também e o Acordo Ortográfico naturalmente irá chegar à perfeição na escrita da nossa Eterna Língua Portuguesa, para Honra e Glória Eterna do nosso PORTUGAL!

 

Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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