A fantástica Associação Portuguesa de Desportos – A gloriosa “Lusa do Canindé”

Por Adriano Augusto da Costa Filho

No ano de 1920, existiam na cidade de São Paulo, vários clubes de futebol amador representantes da “colônia portuguesa” de São Paulo, como: Lusíadas, Lusitano, 05 de Outubro, Marquês de Pombal e Portugal Marinhense.
E portanto, resolveram esses clubes fazer uma fusão entre as suas entidades e dessa forma foi fundada em 14/08/1920: a Associação Portuguesa de Esportes.
Com sede no Largo de São Bento e campo de futebol no Bairro do Glicério, mais tarde adquiriu as antigas dependências sociais do “São Paulo F.C.” no bairro do Canindé, e construíram o fabuloso “Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte. Inaugurado no dia 11 de Novembro de 1956.
Em razão da guerra de 1939/1945, por determinação governamental no Brasil, a Associação Portuguesa de Esportes, como outros clubes de nomeada “estrangeira”, foi obrigada a mudar de nome e passou seu nome para não ficar idêntica à Associação Portuguesa de Esportes de Lisboa (entidade do futebol português) passou então ao novo nome: “Associação Portuguesa de Desportos”. A gloriosa e eterna “Lusa do Canindé”.
Foi feita uma excursão à Europa nesse ínterim e em razão de ficar com grande quantidade de jogos e invicta, a Associação Portuguesa de Desportos recebeu no Brasil o famoso “Troféu Fita Azul”, bem como, venceu o Campeonato Paulista de futebol da 1ª divisão e também foi vice-campeã brasileira – do Campeonato Brasileiro de futebol da 1ª divisão série A em 15 de dezembro de 1996.
No Bairro do Canindé em São Paulo, com a construção do Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte, foi também inaugurada a parte social do clube, com piscina, outros esportes, teatro, grandioso e maravilhoso Salão de Festas onde o majestoso Grupo Folclórico da Associação Portuguesa Desportos se exibe em grandes noitadas e em que os associados e visitantes se expandem à majestosa dança portuguesa do “vira” e também o nosso maravilhoso Jornal “Mundo Lusíada” sempre oferece aos assinantes e ao grandioso público do jornal as informações sobre os eventos da “Lusa do Canindé”.
Portanto, e onde na época eu “Adriano Augusto da Costa Filho”, de pais trasmontanos de Rio Frio/Bragança e Carção/Vimioso, e brasileiro pelo sol e português pelo sangue e com cidadania portuguesa como: associado da Lusa que fui, frequentei e frequento as noitadas fantásticas do folclore lusitano na área social da Lusa do Canindé.
Gloria eterna à “Associação Portuguesa Desportos” um pólo grandioso da comunidade luso brasileira, que representa em: terras paulistanas, paulistas e brasileiras o nosso: “Querido e eteno Portugal”.

 

Por Adriano Augusto da Costa Filho
Membro da Casa do Poeta de São Paulo, Movimento Poético Nacional, Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores, Academia Virtual Poética do Brasil, Ordem Nacional dos Escritores do Brasil, Associação Paulista de Imprensa, Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa e escreve quinzenalmente para o Jornal Mundo Lusíada.

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