Política no Brasil não é exemplo para o mundo

Decadência da classe política marca época austera maquiada por uma democracia fictícia mantida por uma classe que sustenta projetos pessoais de poder

Há muitos e muitos anos que se vê no Brasil a decadência da classe política sustentada por pessoas corruptas e mal intencionadas, as quais visam unicamente o enriquecimento pessoal. A classe mantém o projeto pessoal em detrimento da boa prestação do serviço público em prol da população. A qualidade do político brasileiro caiu de vez num buraco negro alarmante e, ao que parece, sem volta. O que qualifica essas pessoas como verdadeiros vampiros sanguessugas das riquezas e do patrimônio público.
O povo parece não saber avaliar a gravidade dessa situação e acaba, ainda, queimando o precioso voto em figuras pífias para não dizer sarcásticas e diabólicas. A bandalheira política é tanta que nas opções do eleitor aparecem religiosos de toda sorte, pagodeiros, artistas, tiriricas e outras titicas mais. Gente que se quer, consegue explicar o que faz e ou o que já fez em benefício do povo.

No geral as pessoas deveriam ceder seus valiosos votos para políticos que tenham alguma atividade profissional e que não dependam, que não vivam do dinheiro público, ou seja, que tenham um emprego remunerado, que não sejam donos de ilhas, nem tampouco de Maranhões inteiros, Bahias, fazendas etc;
Esquecem-se facilmente dos mensalões, dos pacotes de dinheiro guardados em vestimentas intimas, das manobras e até dos assassinatos cometidos nas diversas prefeituras e outras esferas da Federação. Tudo cai no esquecimento em nome da democracia falsificada. Mas isso ainda não é o pior. No Brasil não se pode escrever, nem jornalisticamente nem por lazer. É proibido! Isso porque existe uma tal “justiça” neste país que julga ao prazer de meia dúzia em benefício de outros tantos. Portanto, sendo assim, a conclusão é que nossa liberdade de expressão está livre porém delimitada, e muito delimitada.
Um país gigantesco como o Brasil não pode ter no centro das grandes decisões as suas maiores indecisões. Políticos do faz de conta que é sério, o outro faz de conta que acredita e, em via de regra todos mantém suas vigarices muito vivas.

O pior, ou um dos piores exemplos, e é exemplo ruim em outros países da América Latina, os cidadãos são obrigados a participar nas eleições com o voto. Mesmo que não queiram votar em ninguém, democrático, não?
Eu imagino que as autoridades sabem que se não fosse obrigado, mais da metade da população não votaria! Até porque desperdiçar o voto com gente de nível muito baixo ou com poderosos bandidos travestidos de figuras públicas, seria inútil. Então o que a justiça faz? Ela obriga e ainda vende a imagem da “cidadania” para que as pessoas “pensem” que não são manipuladas e que são importantes neste processo.
E na campanha política do nosso Brasil tem de tudo. E a justiça permite que qualquer um seja candidato e, portanto, se eleito, esse qualquer um possa votar leis que beneficiem, ou atinjam toda uma população. Por exemplo, uma prostituta tem lá suas qualidades em um determinado mercado de trabalho, porém, se eleita, ai, ai, ai…
Não há como negar, a justiça brasileira é “democrática”, porque permite qualquer cidadão se eleger para cargo público, mesmo que apareça na campanha vestido de palhaço, mesmo que seja bandido, ficha suja, gente que se quer consegue falar com clareza, não há qualificação mínima. Aqui o meio político é uma festa!
Eu acho meio estranho porque a falta de seriedade, de nível, a falta de uma filtragem, falta de normas, por parte da justiça eleitoral, permite que gente sem qualquer conceito do que é prestar um serviço público em prol da comunidade passe a ter acesso às mordomias públicas e as decisões que todos conhecem. No Brasil vemos muitas coisas assim. Esses candidatos mantém seus projetos pessoais, fazem a vida na política e ainda ganham direitos absolutamente irreais (como aposentadoria em oito anos por exemplo).
Assim seguimos vendo o país mergulhando em um poço de lama perigoso para um futuro que não será dos melhores para a grande maioria dos que hoje desperdiçam seus votos nessa gente corrupta.

E tem mais, a justiça é tão, mas tão democrática que impõe às emissoras de rádio e de TV a “obrigatoriedade” na reprodução das peças de circo que o povo assiste e ou ouve! Ou então desliga os aparelhos pelo longo tempo de programa. Que democracia hein?
A justiça regula o mercado, impõe limites para quem quer fazer campanha nos veículos de imprensa, quebram as grades das emissoras e ainda não permitem que parte dos recursos possam retornar por meio das propagandas. É proibido muita coisa.
O melhor para os eleitores brasileiros é lançar uma campanha pelo voto apenas em quem trabalha. Não importa quem seja a escolha política. Antes de tudo precisa saber se o candidato, ou a candidata trabalha. Se tem emprego ou se quer viver exclusivamente da política. Jamais vote numa pessoa com anos e mais anos na vida pública, o sujeito se gaba dizendo que tem 30, 40, 50 anos de vida pública. Esse é o maior vagabundo porque sem um emprego formal, não tem registro em carteira, vive do dinheiro fácil, aprovado pelos colegas. Caso a pessoa seja um desses políticos que fez a vida na política, risque ele, ou ela, ou os dois da sua lista.
Se você vota, não vote em vagabundo vestido de executivo.
Essa é sua melhor atitude para garantir um mundo melhor para suas futuras gerações.
E salve a liberdade de expressão!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto:

Send this to a friend