Fugiu da imprensa? Marta Suplicy diz que não se escondeu no banheiro

Marta Suplicy - Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Da Redação

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) disse, na última quarta-feira (10/8), que o fato noticiado na imprensa de que “teria se escondido de jornalistas no banheiro” é falso e totalmente aquém de sua conduta.

De acordo com o Portal Terra, a senadora disse ter ficado indignada com a forma “desrespeitosa” com a qual os veículos de comunicação a trataram. “Depois de presidir por horas a sessão, fui ao banheiro. Não fui me esconder no banheiro; fui porque havia uma necessidade de ir”, declarou a petista, afirmando que havia 10 repórteres a esperando sair. “Fui perguntada sobre acontecimentos acerca dos quais eu já tinha me manifestado para a primeira jornalista que me abordou. Então, simplesmente disse que não iria mais falar sobre o assunto, porque já tinha me manifestado”, contou Marta.

Polícia Federal

Segundo noticiado na imprensa, a senadora evitou cruzar com jornalistas depois de ter seu nome relacionado a Mario Moysés – secretário do gabinete da prefeitura de São Paulo durante a gestão de Marta -, preso na última terça-feira (9/8) pela Polícia Federal. A situação começou quando a parlamentar demorou a deixar a mesa onde presidia a sessão da Casa para evitar falar com a mídia. Depois, ela teria se isolado por cerca de 20 minutos no banheiro, se negando a falar com os repórteres que estavam na porta.

Por conta da situação, a senadora, abalada, chegou a chorar no café do Senado, com medo de que as denúncias recentes prejudicassem sua candidatura à prefeitura de São Paulo. Ela enfrentará, na disputa no PT pela indicação, o ministro da Educação, Fernando Haddad, que conta publicamente com a preferência do ex-presidente Lula. Ambos têm trocado alfinetadas em entrevistas concedidas a veículos de comunicação.

Operação Voucher

Moysés foi preso devido à Operação Voucher, que investiga um esquema ilegal de desvios de recursos de convênios do Ministério do Turismo, que pode ter causado um prejuízo de cerca de R$ 4 milhões aos cofres públicos. Ele chegou a Brasília como chefe de gabinete da hoje senadora quando ela foi nomeada pelo ex-presidente Lula como  ministra da pasta, em março de 2007. (Fonte: Comunique-se).

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