Novo aeroporto será construído em SP

 

Mundo Lusíada com agencias

Na sexta-feira 20 de julho, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, confirmou a construção de um novo aeroporto em São Paulo em 90 dias. "Determinamos a construção de um novo aeroporto. Jamais diríamos onde será a construção para não sermos fator de especulação imobiliária. Não sabemos onde será, e, se soubéssemos, não diríamos" afirmou a ministra. A nova área deverá ter mais segurança ao redor das novas instalações, já que o aeroporto de Congonhas acabou sendo sufocado pelo crescimento da cidade. Além disso, o governo brasileiro anunciou medidas de restrição para os vôos em Congonhas, sem atender escalas de vôo e conexões. "As medidas visam aumentar o grau de confiança na utilização de Congonhas. Estamos determinando que a vocação de Congonhas seja de vôos diretos, ponto a ponto", afirmou Rousseff. Vôos afetados Os atrasos e cancelamento de vôos no Aeroporto de Congonhas continuam tirando a paciência dos usuários que enfrentam filas, ficam sem informações no balcão de check-in ou são levados para hotéis. Grande parte dos vôos foram afetados em Congonhas, como divulgou Portugal Digital: No domingo, 22 de julho, dos 121 vôos programados para pousar ou decolar no terminal entre as 6h e as 16h, 32 foram cancelados e 40 sofreram atrasos de mais de uma hora. No total, cerca de 62% dos vôos atrasaram. Em Guarulhos os atrasos também estão afetando os vôos. O Aeroporto Internacional também sofreu readequação depois do fechamento da pista principal de Congonhas, após o acidente com o Airbus da TAM, em 17 de julho. Além disso, o mau tempo provocou atrasos e cancelamentos no Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Além da tragédia vivida em São Paulo, com a morte de quase 200 pessoas a bordo do avião A-320, uma pane no sistema de comunicação do Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo) de Manaus, em 21 de julho, provocou atrasos e cancelamentos de vôos internacionais. De acordo com o órgão, uma pane foi provocada por um curto-circuito nos geradores de energia do Cindacta-4. A Força Aérea Brasileira acompanha as investigações após o incidente da pane, já que o fato foi visto com estranheza pelos comandantes da FAB, pelas formas com que foi tratada uma situação emergencial.

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