RVRtopo

 

Sexta, 31 de Julho de 2015 Mundo Lusiada no Facebook Mundo Lusiada no Twitter Mundo Lusiada no Orkut Mundo Lusiada no YouTube

A importância da publicidade que move o mundo globalizado

Por | 30 maio, 2015 as 12:27 pm | Nenhum comentário

A publicidade não é vista pelas grandes empresas como “gasto”, longe disso. Se não, não seriam “grandes”. O conceito bem básico do mercado caracteriza a publicidade como um importante investimento, nem que seja apenas na marca, e não propriamente na questão da venda de algum produto.
A mídia, de modo geral: televisões, rádios, jornais, portais e sites, revistas, pequenos informativos dirigidos, etc; se mantém justamente com as exposições de empresas que acreditam em tais veículos, em seus conteúdos, nas pessoas por traz daquele projeto, e em suas variações de: classe, tipo de público, penetração em um determinado setor, audiência, enfim, são vários os fatores que qualificam determinadas mídias.
Independentemente do produto, a publicidade mantém a comunicação viva e ativa. Move, incentiva e faz crescer este universo da comunicação espetacularmente globalizado com a Internet e a grandeza das redes sociais, onde todos estão e quem não está, pode se dizer que está fora do mundo social e econômico.
E a propaganda não é entendida apenas e simplesmente como a inserção de anúncios das empresas nos veículos. Se diz que a propaganda informa, qualifica, esclarece muito mais que um simples interesse comercial, porque a divulgação das ações dos governos, por exemplo, também é uma forma de externar ao público o que ele faz de melhor, divulgando seus serviços e orientando gente de toda classe, seja na esfera municipal, estadual como na federal. E isso engloba informar pessoas sobre assuntos da saúde, educação, segurança e mais uma infinidade de coisas que a gestão pública faz. Não é a toa que a maioria dos governos federais (sérios) fazem de tudo para manter agências de comunicação oficiais com qualidade para divulgação de suas ações disponibilizando áudios, vídeos, fotos e textos que, normalmente, podem ser utilizados pelos veículos de informação (exemplos como no Brasil, a Agência Brasil e em Portugal a Agência Lusa.
Já os governos municipais e estaduais utilizam agências de comunicação, de publicidade, também as assessorias de imprensa, para disseminarem suas ações em determinados mercados. Tudo isso engloba o gigantesco mundo do marketing.
Tanto na questão comercial como na informativa, a propaganda promove e traz mudanças expressivas numa sociedade, influenciando a população, mudando conceitos, fazendo crescer o nível cultural, promovendo crescimento econômico e social e, portanto, melhorando o nível de vida dos cidadãos.
Se mais ou menos influenciadora numa sociedade, nem vem muito ao caso, o certo é que a propaganda comercial e ou informativa, tem uma importância muito grande na vida das pessoas, sendo capaz de mudar, pela força da informação, a vida das pessoas, uma sociedade e o mundo.
Um outro tipo de propaganda são esses materiais produzidos por empresas como a nossa “RVR Publicidade”. Catálogos, folders, folhetos, mala-direta, banners, fachadas, e até os informativos e as revistas periódicas. Um tipo de publicidade bastante importante na vida de empresas preocupadas em disseminar seus produtos e serviços em determinadas regiões.
Enfim, o universo da comunicação e do marketing é muito grande, muito influenciável, que movimenta muita gente e muito dinheiro, além de empregar e melhorar a condição de vida das pessoas.
Pense nas melhores possibilidades para si, para sua empresa, seu comércio, seu produto, e saiba utilizar o que há no mercado para melhorar o próprio mercado, inclusive o seu próprio.
Odair Sene, editor de mídia impressa (fundador do Jornal Mundo Lusíada) e sócio proprietário da RVR Publicidade, fundada em setembro de 1999.



Liberdade de imprensa foi assunto de campanha no Brasil

Por | 29 outubro, 2014 as 1:54 pm | Nenhum comentário

Controle existe, só que não.

 

Assuntos como “liberdade de imprensa”, “censura” e “controle das mídias”, estiveram presentes nas campanhas políticas do Brasil este ano. Logicamente isso não entrou por um acaso na pauta. Muitas vezes de forma bastante enrustido, o assunto vem provando coceiras em alas menos democráticas de alguns partidos, principalmente do PT.Há uma clara falta de compreensão de quem trabalha no serviço público, com relação ao papel da imprensa, criticou, é do contra. Já na imprensa entende-se que, quem não gosta de críticas ou ver assuntos adversos sendo publicados, precisa arrumar uma atividade que não seja na área do serviço público. E muito importante: matéria jornalística nada tem a ver com campanhas publicitárias – ao menos na teoria.
Durante a campanha, Aécio Neves e Dilma Rousseff, por exemplo, usaram parte de seus espaços na mídia para criticar, ou combater, e as vezes atacar mesmo, o adversário, sempre tentando relacionar ao concorrente alguns dos supostos casos de censura. Nos horários veiculados nas emissoras de rádio, no dia 15 de outubro, o assunto entrou em destaque tanto pelo PT como pelo PSDB.
O portal “Comunique-se” publicou o assunto revelando que a campanha da petista não colocou as críticas ao adversário diretamente na boca da presidente e candidata à reeleição. Batizado de ‘Conexão 13’, o programa disparou contra o representante tucano por meio das falas dos locutores. “Uma coisa que tem chamado bastante a atenção nessa eleição é como o Aécio que governou Minas é diferente do que o que aparece na TV pedindo voto”, alardeou a coligação encabeçada por Dilma em texto dito por um dos apresentadores da atração.
No ‘Conexão 13’, uma locutora afirmou que Aécio e aliados são “acusados de intimidar e perseguir jornalistas que denunciavam ou criticavam o seu governo”. Para dar base à argumentação, o programa do PT no rádio abriu espaço para a declaração de Eneida da Costa, profissional formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, pós-graduada em Gestão Ambiental pela Fundação Mineira de Educação e Cultura e que presidiu o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais no triênio 2011-2014.
“Tudo que desagradava ao governo Aécio era, sim, como no tempo da ditadura, né? Era um telefonema e o repórter, o fotógrafo, o editor, o jornalista em qualquer posto estava ameaçado de perder o seu emprego porque ameaçou os desejos do Palácio da Liberdade [sede do governo estadual]”, afirmou Eneida. A gestão dela à frente do sindicato, entretanto, não coincide com o tempo em que o neto de Tancredo Neves foi governador. O integrante do PSDB comandou o Executivo mineiro de janeiro de 2003 a março de 2010.
Assim como a campanha do PT, a equipe conduzida pelos tucanos não colocou às críticas ao tratamento que o partido concorrente dá à imprensa na voz de Aécio, que, além de candidato, é senador afastado e presidente nacional do PSDB. O papel de analista coube ao “comentarista político” do programa eleitoral identificado como Cesar Reis, que ocupou os últimos dois minutos da edição matutina da atração da coligação encabeçada pelo ex-governador de Minas Gerais.
“Se eu der a minha opinião completa sobre o que eu acho dessa campanha de mentiras feita pelo PT, eles certamente vão me colocar na lista negra. Já fizeram uma [lista negra] com jornalistas e, para tentar intimidar a imprensa, publicaram no próprio site do PT. Medo. Essa é a palavra que define o PT hoje”, disse Reis. O locutor do programa ‘Aécio Presidente’ ainda disse que o partido adversário “não tem nenhum limite” no trabalho de desconstruir a imagem de opositores.
A “lista negra” citada pela campanha do PSDB no horário gratuito refere-se ao texto assinado pelo vice-presidente nacional e coordenador das redes sociais do PT, Alberto Cantalice, publicado em junho. No artigo, o petista disparou contra nove articulistas e artistas brasileiros, chamando-os de “pitbulls da grande mídia”. Ele citou Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes, Diogo Mainardi, Lobão, Danilo Gentili e Marcelo Madureira. Um dos mencionados, Azevedo caracterizou, em seu blog na Veja.com, o caso como a formação de uma lista negra contra a imprensa.
Logicamente que um controle por parte do Estado, sobre a mídia do país é totalmente impensável e não há a menor verdade ou validade nisso. Acontece que, sempre que pode, a grande mídia do país levanta a questão sempre que ouve a palavra “regulação”, já trazendo de volta o velho argumento de “tentativa autoritária de controlar a mídia”, o que seria, na verdade, a volta da censura estatal.
A Constituição de 1988 impede de forma muito clara que haja controle da imprensa por parte do Estado. Porém, isso não impede que o “controle” exista de outras formas. Como perseguições, demissões injustificadas, afastamentos e o principal: corte da publicidade. O que, na verdade, “rege” este limite do legal e do real, são os interesses comerciais que tem os veículos e suas enormes dependências das verbas públicas. Isso, possivelmente, é o “detalhe” que faz todo este conceito de “controle da imprensa” cair por terra.
Dentro deste tema, a secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom-PR), vem sendo um dos principais financiadores do “controle” que os oligopólios privados exercem sobre a mídia no Brasil. É nesta secretaria onde se decide quantos dos grandes terão mais ou menos, e qual dos pequenos deverá receber alguma campanha pública.
Outro exemplo neste segmento do que era para ser, mas não é, entra exatamente no ninho político. Explicando: a Constituição diz que “Deputados e Senadores não poderão firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes” (alínea ‘a’ do inciso I do artigo 54), muitos deles mantêm vínculos com empresas privadas, concessionárias do serviço público de radiodifusão, numa viciosa circularidade que inviabiliza a aprovação de projetos que regulem as normas e princípios constitucionais sobre a comunicação social no Congresso Nacional. Resta saber como esses veículos ligados aos digníssimos são tratados pela Secom.
Portanto esse negócio que ultimamente vem ganhando espaço, até em debates eleitorais, apontando que o Estado brasileiro tem intenção, interesse de exercer o “controle da mídia”, logo entende-se, da liberdade de expressão e da liberdade da imprensa, não existe abertamente, mas existe, de forma muito sutil, contra a Constituição, mas existe.



Presidente da Ordem dos Médicos critica programa “Mais Médicos” e diz que só atraiu os aposentados portugueses

Por | 5 novembro, 2013 as 5:59 pm | Nenhum comentário

O presidente da Ordem dos Médicos de Portugal, José Manuel Silva disse que todos os que saíram de Portugal para o Brasil já estavam aposentados, “sem exceção’, afirmando que 45 médicos portugueses optaram por viajar ao Brasil e todos tinham mais de 65 anos, idade de aposentadoria em Portugal. Pelas leis em Lisboa, esses médicos já não podem atuar nos hospitais públicos de Portugal. Portanto, quem veio só veio pela idade, pelo fato (também) de serem “obrigados” a parar de trabalhar nos hospitais públicos de Portugal.
Na entrevista divulgada por jornais brasileiros, o presidente da OMP disse que em Lisboa, tem hoje apenas nove médicos desempregados e garante que eles não se inscreveram no projeto brasileiro.
“Não há como pensar que o projeto teria sucesso entre os portugueses. Só mesmo os aposentados viajaram”, referiu ele dando mais um dado: “mesmo aqueles que foram ao Brasil já tinham algum tipo de relação com o país ou eram mesmo filhos ou nascidos no Brasil.”
Abertamente crítico e contra o programa, José Manuel ainda criticou as condições oferecidas e ressaltou a “qualidade” dos padrões europeus. “Dificilmente um profissional que estudou medicina com padrões europeus de infra-estrutura terá condições de se adaptar a um local onde faltam recursos”, disse reforçando que os profissionais do seu país, que quiram buscar oportunidades em outros países, farão na Europa ou em outros países, “e não em um lugar sem estrutura”, criticou.
Ao final de suas declarações, o dirigente da Ordem ainda falou que se o Brasil fizer investimentos valerá a pena trazer médicos de fora, mas ressaltou que, “se ninguém quer trabalhar nesses locais, é porque tem algo” e completou que “parece que o Brasil quer tapar o sol com a peneira”.



O povo português não tem capacidade para criar riqueza suficiente para alimentar tamanha estrutura política do país, ou tem?

Por | 2 novembro, 2013 as 1:34 pm | Nenhum comentário

filialPor Odair Sene – No final do mês de outubro, a Lusa publicou declarações do cardeal José Policarpo, sobre o tamanho da dívida portuguesa, o qual afirmou em Setúbal, que Portugal, em caso de incumprimento, só teria dinheiro para um mês e meio e acusou a oposição de não apresentar soluções.
“Parece que ninguém sabe que Portugal está numa crise e dá a ideia que todos reagem como se o estado pudesse satisfazer as suas reivindicações”, disse o patriarca emérito de Lisboa, mostrando-se convicto de que o governo não tem condições para satisfazer as reivindicações dos sindicatos e partidos da oposição.
“Não encontrei ninguém das oposições – todas elas – que apresentasse soluções. E se falhasse este mecanismo da economia liberal [apoio financeiro no âmbito do pedido de resgate], Portugal só teria dinheiro para mês e meio”, frisou, acrescentando que, nesse cenário, “não haveria dinheiro para pagar salários e pensões”.
O cardeal José Policarpo falava a cerca de duas centenas de pessoas na Conferência “Caridade é a fé em ação”, promovida pelo Secretariado da Ação Social e Caritativa da Diocese de Setúbal, integrada nas celebrações do Ano da Fé.
“Se todos pusessem em primeiro lugar o bem comum e fizessem qualquer coisa que ajudasse a resolver o problema, estou convencido de que isto nos custava metade do preço e do sofrimento”, disse, acrescentando que, “estamos todos a pagar os erros cometidos com a especulação financeira em prejuízo das economias ocidentais”.
Porém (históricamente), os países nas piores condições financeiras costumam manter uma cultura de esbanjamento de recursos públicos sem lá muito pudor do que pensam as mídias internas, do que falam as mídias externas, seus opositores, seus tribunais, quanto menos seus cidadãos. Sem mudar essa cultura, o povo continuará a sustentar com sua pobreza, as mordomias políticas do sistema.
Há de se concordar com a ideia de que, a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul é tão simples como uma análise e a certa conclusão da estrutura montada pela e para a máquina pública seguir a funcionar em pleno vapor.
Sobre a estrutura política portuguesa:
PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE, SIMULTANEAMENTE, SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS CIDADÃOS.

E a máquina pública:
GOVERNO PORTUGUÊS

- 3 Governos (continente e ilhas)
- 333 deputados (continente e ilhas)
- 308 presidentes de câmaras
- 4259 presidentes de junta de freguesia
- 1770 vereadores camarários
- 30.000 carros
- 40.000 (?) fundações e associações
- 500 assessores em Belém
- 1284 serviços e institutos públicos

Para que a Assembleia da República Portuguesa tenha um número de deputados “per capita” equivalentes à Alemanha, teria que reduzir o seu número em mais de 50%.
É um grande contraste com a atual condição econômica que vive o país. E dificulta ações de secretarias, ministérios, embaixadas e consulados, que tentam a todo modo trazer investimentos externos através da emigração. Logicamente os grandes empresários da diáspora têm uma visão do que passa na máquina pública.
Portanto, ao final, cabe uma resposta para o cardeal José Policarpo: aqui está uma solução:

Analise-se a estrutura política alemã e veja como lá está a funcionar. Depois estude-se a estrutura, bem maior, de Portugal.

Fica a pergunta: O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE PARA ALIMENTAR TAMANHA ESTRUTURA – OU (ainda) TEM?

 



Fátima Bernardes recebe título de sócia-proprietária do Vasco da Gama

Por | 19 setembro, 2013 as 3:24 pm | Nenhum comentário

O presidente do Vasco Roberto Dinamite entregou em mãos a homenagem à jornalista Fátima Bernardes. Foto: divulgação/Vasco.com.br

O presidente do Vasco Roberto Dinamite entregou em mãos a homenagem à jornalista Fátima Bernardes. Foto: divulgação/Vasco.com.br

No fim do mês de agosto, a jornalista e apresentadora vascaína Fátima Bernardes foi condecorada com o título de Sócio-Benfeitor Remido, entregue em mãos pelo presidente Roberto Dinamite. Na ocasião, Fátima participou de uma gravação para o programa “Estrelas”, exibido na Rede Globo e apresentado por Angélica.



 

 
© 2011 Jornal Mundo Lusíada - RVR PROMOÇÕES E PUBLICIDADE LTDA. Todos os direitos reservados.
Assine - Fale Conosco - Publicidade