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No Brasil, grupo português encerra o jornal “Brasil Econômico”

Por | 20 agosto, 2015 as 11:28 am | Nenhum comentário

capa-brasilO grupo português Ongoing, dono no Brasil da Ejesa, proprietária de jornais como “O Dia” do Rio de Janeiro e do portal iG, está tentando vender o “Diário Económico”, o jornal de economia que circula em Lisboa.
Isabel dos Santos, filha do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, já estudou a compra do jornal. No entanto, no Brasil, a Ongoing deu fim às operações no país em 17 de julho.
Os motivos, expostos na capa dois dias antes, falam sobre desaceleração econômica, porém a escasses de receita pesou, tanto que o dono do Ongoing, Nuno Vasconcellos e Evanise dos Santos, diretora de marketing do grupo, teríam ido ao Palácio do Planalto, em Brasília, dia 14/07, para tentar convencer Edinho Silva (Ministro das Comunicações do Governo Dilma) a ajudar. Vasconcellos teria adiantado ao ministro que fecharia a publicação se algum auxílio não fosse dado. Ao que parece o ministro não atendeu ao apelo.
Quando foi lançado, em 2009, a crise no impresso já era tema de diversas pautas na mídia. À época, o negócio só foi viável no país por que a família Mascarenhas Vasconcelos, tinha dupla nacionalidade. O impresso chegou em formato berliner, que já era tendência nos principais jornais da Europa, e sob conceito “Credibilidade de quem faz. Credibilidade para quem lê”. “O mundo dos negócios precisava de um novo ponto de vista”, dizia a campanha veiculada no ano do lançamento.
Passados seis anos, o mundo dos negócios foi o responsável pelo encerramento do Brasil Econômico. “O impacto gerado pela forte desaceleração econômica, combinado a uma crescente retração nos investimentos publicitários, nos levou a esta difícil decisão. Obrigado pela confiança de cada um de vocês durante esses seis anos em que estivemos juntos”, explicou o comunicado.
Com o encerramento, pelo menos 36 funcionários das redações no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília seríam [foram] demitidos. Ao levar em conta outras áreas, as dispensas vão chegar a quase 50 cortes.



Lula processa O Globo por “jornalismo baseado em fofocas”

Por | 20 agosto, 2015 as 10:21 am | Nenhum comentário

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se sentiu ofendido por reportagem publicada pelo O Globo na última semana. No dia 12, o veículo carioca afirmou que o antecessor de Dilma Rousseff é dono de um tríplex em condomínio no Guarujá, cidade do litoral paulista. Nesta quarta-feira, 19, ao afirmar que o conteúdo do diário foi “jornalismo baseado em fofocas”, o instituto Lula anunciou a ação judicial contra a empresa de comunicação.

Ao garantir que o ex-presidente não mantém nenhum apartamento no Guarujá, o Instituto defende que a matéria intitulada “Dinheiro liga doleiro da Lava-Jato à obra de prédio de Lula”, produzida pela equipe do jornal, teve “claro caráter difamatório”. Para a entidade, o fato de a equipe do veículo de comunicação ter publicado as negativas por parte do político não passou de “mero registro burocrático do outro lado”, o que não compensaria “os danos morais causados pela veiculação de graves mentiras”.

Representado pelo escritório Teixeira Martins Advogados, Lula solicita indenização no valor de R$ 67.500,00. Na ação, o ex-presidente se dirige contra o diretor de redação de O Globo, Ascânio Seleme, além dos dois repórteres que assinaram a matéria em questão: Cleide Carvalho e Germano Oliveira, ambos da sucursal da publicação em São Paulo. Ao impetrar com a ação por danos morais, os defensores do ex-presidente afirmam que “a má fé dos réus e a inequívoca intenção de difamar e injuriar o autor [do processo] é patente”.



A importância da publicidade que move o mundo globalizado

Por | 30 maio, 2015 as 12:27 pm | Nenhum comentário

A publicidade não é vista pelas grandes empresas como “gasto”, longe disso. Se não, não seriam “grandes”. O conceito bem básico do mercado caracteriza a publicidade como um importante investimento, nem que seja apenas na marca, e não propriamente na questão da venda de algum produto.
A mídia, de modo geral: televisões, rádios, jornais, portais e sites, revistas, pequenos informativos dirigidos, etc; se mantém justamente com as exposições de empresas que acreditam em tais veículos, em seus conteúdos, nas pessoas por traz daquele projeto, e em suas variações de: classe, tipo de público, penetração em um determinado setor, audiência, enfim, são vários os fatores que qualificam determinadas mídias.
Independentemente do produto, a publicidade mantém a comunicação viva e ativa. Move, incentiva e faz crescer este universo da comunicação espetacularmente globalizado com a Internet e a grandeza das redes sociais, onde todos estão e quem não está, pode se dizer que está fora do mundo social e econômico.
E a propaganda não é entendida apenas e simplesmente como a inserção de anúncios das empresas nos veículos. Se diz que a propaganda informa, qualifica, esclarece muito mais que um simples interesse comercial, porque a divulgação das ações dos governos, por exemplo, também é uma forma de externar ao público o que ele faz de melhor, divulgando seus serviços e orientando gente de toda classe, seja na esfera municipal, estadual como na federal. E isso engloba informar pessoas sobre assuntos da saúde, educação, segurança e mais uma infinidade de coisas que a gestão pública faz. Não é a toa que a maioria dos governos federais (sérios) fazem de tudo para manter agências de comunicação oficiais com qualidade para divulgação de suas ações disponibilizando áudios, vídeos, fotos e textos que, normalmente, podem ser utilizados pelos veículos de informação (exemplos como no Brasil, a Agência Brasil e em Portugal a Agência Lusa.
Já os governos municipais e estaduais utilizam agências de comunicação, de publicidade, também as assessorias de imprensa, para disseminarem suas ações em determinados mercados. Tudo isso engloba o gigantesco mundo do marketing.
Tanto na questão comercial como na informativa, a propaganda promove e traz mudanças expressivas numa sociedade, influenciando a população, mudando conceitos, fazendo crescer o nível cultural, promovendo crescimento econômico e social e, portanto, melhorando o nível de vida dos cidadãos.
Se mais ou menos influenciadora numa sociedade, nem vem muito ao caso, o certo é que a propaganda comercial e ou informativa, tem uma importância muito grande na vida das pessoas, sendo capaz de mudar, pela força da informação, a vida das pessoas, uma sociedade e o mundo.
Um outro tipo de propaganda são esses materiais produzidos por empresas como a nossa “RVR Publicidade”. Catálogos, folders, folhetos, mala-direta, banners, fachadas, e até os informativos e as revistas periódicas. Um tipo de publicidade bastante importante na vida de empresas preocupadas em disseminar seus produtos e serviços em determinadas regiões.
Enfim, o universo da comunicação e do marketing é muito grande, muito influenciável, que movimenta muita gente e muito dinheiro, além de empregar e melhorar a condição de vida das pessoas.
Pense nas melhores possibilidades para si, para sua empresa, seu comércio, seu produto, e saiba utilizar o que há no mercado para melhorar o próprio mercado, inclusive o seu próprio.
Odair Sene, editor de mídia impressa (fundador do Jornal Mundo Lusíada) e sócio proprietário da RVR Publicidade, fundada em setembro de 1999.



Liberdade de imprensa foi assunto de campanha no Brasil

Por | 29 outubro, 2014 as 1:54 pm | Nenhum comentário

Controle existe, só que não.

 

Assuntos como “liberdade de imprensa”, “censura” e “controle das mídias”, estiveram presentes nas campanhas políticas do Brasil este ano. Logicamente isso não entrou por um acaso na pauta. Muitas vezes de forma bastante enrustido, o assunto vem provando coceiras em alas menos democráticas de alguns partidos, principalmente do PT.Há uma clara falta de compreensão de quem trabalha no serviço público, com relação ao papel da imprensa, criticou, é do contra. Já na imprensa entende-se que, quem não gosta de críticas ou ver assuntos adversos sendo publicados, precisa arrumar uma atividade que não seja na área do serviço público. E muito importante: matéria jornalística nada tem a ver com campanhas publicitárias – ao menos na teoria.
Durante a campanha, Aécio Neves e Dilma Rousseff, por exemplo, usaram parte de seus espaços na mídia para criticar, ou combater, e as vezes atacar mesmo, o adversário, sempre tentando relacionar ao concorrente alguns dos supostos casos de censura. Nos horários veiculados nas emissoras de rádio, no dia 15 de outubro, o assunto entrou em destaque tanto pelo PT como pelo PSDB.
O portal “Comunique-se” publicou o assunto revelando que a campanha da petista não colocou as críticas ao adversário diretamente na boca da presidente e candidata à reeleição. Batizado de ‘Conexão 13’, o programa disparou contra o representante tucano por meio das falas dos locutores. “Uma coisa que tem chamado bastante a atenção nessa eleição é como o Aécio que governou Minas é diferente do que o que aparece na TV pedindo voto”, alardeou a coligação encabeçada por Dilma em texto dito por um dos apresentadores da atração.
No ‘Conexão 13’, uma locutora afirmou que Aécio e aliados são “acusados de intimidar e perseguir jornalistas que denunciavam ou criticavam o seu governo”. Para dar base à argumentação, o programa do PT no rádio abriu espaço para a declaração de Eneida da Costa, profissional formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, pós-graduada em Gestão Ambiental pela Fundação Mineira de Educação e Cultura e que presidiu o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais no triênio 2011-2014.
“Tudo que desagradava ao governo Aécio era, sim, como no tempo da ditadura, né? Era um telefonema e o repórter, o fotógrafo, o editor, o jornalista em qualquer posto estava ameaçado de perder o seu emprego porque ameaçou os desejos do Palácio da Liberdade [sede do governo estadual]”, afirmou Eneida. A gestão dela à frente do sindicato, entretanto, não coincide com o tempo em que o neto de Tancredo Neves foi governador. O integrante do PSDB comandou o Executivo mineiro de janeiro de 2003 a março de 2010.
Assim como a campanha do PT, a equipe conduzida pelos tucanos não colocou às críticas ao tratamento que o partido concorrente dá à imprensa na voz de Aécio, que, além de candidato, é senador afastado e presidente nacional do PSDB. O papel de analista coube ao “comentarista político” do programa eleitoral identificado como Cesar Reis, que ocupou os últimos dois minutos da edição matutina da atração da coligação encabeçada pelo ex-governador de Minas Gerais.
“Se eu der a minha opinião completa sobre o que eu acho dessa campanha de mentiras feita pelo PT, eles certamente vão me colocar na lista negra. Já fizeram uma [lista negra] com jornalistas e, para tentar intimidar a imprensa, publicaram no próprio site do PT. Medo. Essa é a palavra que define o PT hoje”, disse Reis. O locutor do programa ‘Aécio Presidente’ ainda disse que o partido adversário “não tem nenhum limite” no trabalho de desconstruir a imagem de opositores.
A “lista negra” citada pela campanha do PSDB no horário gratuito refere-se ao texto assinado pelo vice-presidente nacional e coordenador das redes sociais do PT, Alberto Cantalice, publicado em junho. No artigo, o petista disparou contra nove articulistas e artistas brasileiros, chamando-os de “pitbulls da grande mídia”. Ele citou Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes, Diogo Mainardi, Lobão, Danilo Gentili e Marcelo Madureira. Um dos mencionados, Azevedo caracterizou, em seu blog na Veja.com, o caso como a formação de uma lista negra contra a imprensa.
Logicamente que um controle por parte do Estado, sobre a mídia do país é totalmente impensável e não há a menor verdade ou validade nisso. Acontece que, sempre que pode, a grande mídia do país levanta a questão sempre que ouve a palavra “regulação”, já trazendo de volta o velho argumento de “tentativa autoritária de controlar a mídia”, o que seria, na verdade, a volta da censura estatal.
A Constituição de 1988 impede de forma muito clara que haja controle da imprensa por parte do Estado. Porém, isso não impede que o “controle” exista de outras formas. Como perseguições, demissões injustificadas, afastamentos e o principal: corte da publicidade. O que, na verdade, “rege” este limite do legal e do real, são os interesses comerciais que tem os veículos e suas enormes dependências das verbas públicas. Isso, possivelmente, é o “detalhe” que faz todo este conceito de “controle da imprensa” cair por terra.
Dentro deste tema, a secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom-PR), vem sendo um dos principais financiadores do “controle” que os oligopólios privados exercem sobre a mídia no Brasil. É nesta secretaria onde se decide quantos dos grandes terão mais ou menos, e qual dos pequenos deverá receber alguma campanha pública.
Outro exemplo neste segmento do que era para ser, mas não é, entra exatamente no ninho político. Explicando: a Constituição diz que “Deputados e Senadores não poderão firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes” (alínea ‘a’ do inciso I do artigo 54), muitos deles mantêm vínculos com empresas privadas, concessionárias do serviço público de radiodifusão, numa viciosa circularidade que inviabiliza a aprovação de projetos que regulem as normas e princípios constitucionais sobre a comunicação social no Congresso Nacional. Resta saber como esses veículos ligados aos digníssimos são tratados pela Secom.
Portanto esse negócio que ultimamente vem ganhando espaço, até em debates eleitorais, apontando que o Estado brasileiro tem intenção, interesse de exercer o “controle da mídia”, logo entende-se, da liberdade de expressão e da liberdade da imprensa, não existe abertamente, mas existe, de forma muito sutil, contra a Constituição, mas existe.



Presidente da Ordem dos Médicos critica programa “Mais Médicos” e diz que só atraiu os aposentados portugueses

Por | 5 novembro, 2013 as 5:59 pm | Nenhum comentário

O presidente da Ordem dos Médicos de Portugal, José Manuel Silva disse que todos os que saíram de Portugal para o Brasil já estavam aposentados, “sem exceção’, afirmando que 45 médicos portugueses optaram por viajar ao Brasil e todos tinham mais de 65 anos, idade de aposentadoria em Portugal. Pelas leis em Lisboa, esses médicos já não podem atuar nos hospitais públicos de Portugal. Portanto, quem veio só veio pela idade, pelo fato (também) de serem “obrigados” a parar de trabalhar nos hospitais públicos de Portugal.
Na entrevista divulgada por jornais brasileiros, o presidente da OMP disse que em Lisboa, tem hoje apenas nove médicos desempregados e garante que eles não se inscreveram no projeto brasileiro.
“Não há como pensar que o projeto teria sucesso entre os portugueses. Só mesmo os aposentados viajaram”, referiu ele dando mais um dado: “mesmo aqueles que foram ao Brasil já tinham algum tipo de relação com o país ou eram mesmo filhos ou nascidos no Brasil.”
Abertamente crítico e contra o programa, José Manuel ainda criticou as condições oferecidas e ressaltou a “qualidade” dos padrões europeus. “Dificilmente um profissional que estudou medicina com padrões europeus de infra-estrutura terá condições de se adaptar a um local onde faltam recursos”, disse reforçando que os profissionais do seu país, que quiram buscar oportunidades em outros países, farão na Europa ou em outros países, “e não em um lugar sem estrutura”, criticou.
Ao final de suas declarações, o dirigente da Ordem ainda falou que se o Brasil fizer investimentos valerá a pena trazer médicos de fora, mas ressaltou que, “se ninguém quer trabalhar nesses locais, é porque tem algo” e completou que “parece que o Brasil quer tapar o sol com a peneira”.



 

 
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