
Por Ígor Lopes
Para Mundo Lusíada

Taís Caroline Gonçalves. Foto: Reprodução
O Mundo Lusíada teve acesso às mensagens enviadas por e-mail pela reitoria da Universidade do Minho, em Portugal, comunicando aos alunos a morte da estudante brasileira Taís Caroline Gonçalves, de 22 anos. A jovem foi encontrada morta na manhã do dia 13, domingo, 29 horas depois de ter dado entrada no Hospital de Braga.
A notícia do falecimento da estudante foi enviada por e-mail no dia 15 de novembro e foi assinada pelo vice-reitor de Investigação e Ensino da universidade, Rui Vieira de Castro. O texto avisa à comunidade acadêmica “com grande pesar e enorme consternação”, (…) “o falecimento da estudante brasileira de intercâmbio Thais Caroline Gonçalves, proveniente da UNESP – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho”. O e-mail esclarece ainda que a “estudante da área de Relações Internacionais encontrava-se na Universidade do Minho desde Fevereiro de 2011” e que o “corpo será trasladado para o Brasil (…)”.
Mais tarde, no dia 17, a reitoria enviou uma nova mensagem eletrônica dando conta que “o corpo de Thais Caroline Gonçalves do Couto, estudante da UNESP que se encontrava entre nós a realizar um período de estudos, estará em câmara-ardente” (…), “dia 17 de Novembro, na capela mortuária da Igreja de São Vicente, Braga, para que aqueles que pretenderem prestar-lhe uma última homenagem o possam fazer”.
No dia seguinte, 18, foi convocada “uma missa em homenagem à estudante Thais Caroline Gonçalves do Couto, (…) pelas 19h00, na Igreja dos Terceiros, Largo de S. Francisco, Braga”.
A autopsia, realizada quinta-feira, 18 de novembro, foi tida como inconclusiva, mas foi descarta, no entanto, a hipótese de homicídio. Segundo foi apurado, estudantes da universidade minhota relatam que Thaís apresentava uma personalidade depressiva. As investigações das autoridades portuguesas trabalham com teorias que vão de morte natural a suicídio. Nos próximos dias, exames complementares poderão determinar as razões da morte de Taís.
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Para esclarecimento a nota, Thais não apresentava personalidade depressiva, pois nós que somos familiares estamos indignados com tal relato, eu como prima e que sempre conversava com ela todos os dias, nunca notei nada a esse respeito, e sim a falta de respeito para com os brasileiros intercambista na universidade.
Em nossa familia, não há caso de depressão ou quaisquer doença, seja ela física ou mental, Thais foi estudar e estava muito bem fisica e mentalmente sadia, é cômodo dizer que o problema estava na estudande, e não na Universidade, temos relatos de trato de professores a universitários brasileiros que não é nada bom. Thais sempre foi uma aluna exemplar, muito inteligente seu objetivo era vencer na vida.
Foi uma fatalidade o que aconteceu em sua familia. Meus sentimentos. Não é fácil estudar ou trabalhar fora de seu pais de origem. A discriminação é muito grande e quem sai para estudar tem que ter muita estrutura emocional e física, pois está vulnerável a tudo e a todos.
Só quem pode afirmar o que se passou com ela, seria outra autópsia feita no BR. Todos devem ter muito cuidado com o que se come ou bebe, principalmente quando é oferecido por terceiros.
Infelizmente Andreia voce nao sabe o que fala. Várias hipÓteses foram levantadas sobre a morte e nenhuma foi conclusiva até o momento. Já fiz intercâmbio na Universidade e sempre fui muito bem tratada por TODOS os professores, reitores e demais alunos. Sempre house muito cuidado por parte de todos os portugueses, muita compreensão e atenção com TODOS os intercambistas, tanto que a maioria tentava estender o período que ficava por lá. Isso, COM CERTEZA, não pode ser apontado como causa e, muito menos, como fator relevante no caso da Thaís.