07/MAI/2007
Lusa: Uma Verdadeira Campeã
Por José de Almeida Amaral Jr.
para o Mundo Lusíada
Perante cerca de doze mil torcedores
que lotaram o estádio dr. Oswaldo Teixeira Duarte, bairro do
Canindé, na manhã azulada do domingo 6 de maio, e apesar da
resistência oferecida pelo time da cidade de S. José do Rio Preto
durante os primeiros 45 minutos de jogo, a equipe da Lusa, que
jogava a final por um simples empate, não deixou escapar a
oportunidade e derrotou por quatro tentos a zero o oponente,
coroando com brilho sua campanha no Paulista – B 2007 e assim
fechando, com chave de ouro, o acesso que já havia conseguido há
15 dias.
Da Portuguesa de Desportos
Os
tentos do clube rubro-verde foram marcados por Rodrigo Uchoa,
contra, aos 5 minutos da segunda etapa, que desarticulou todo o
fechado esquema defensivo preparado pelo técnico Luciano Dias,
obrigando-o a sair mais para o jogo. Logo depois, aos 12 minutos,
Diogo deixava ainda mais difícil a pretensão do time interiorano
ao fazer o segundo da Portuguesa que assim colocava a mão na taça.
Aos 28 minutos Rivaldo ampliou para delírio da torcida lusa,
trazendo a confiança de que tudo estava concretizado. Por fim, aos
34 minutos, Marcos Paulo anotou o quarto tento, fechando a goleada
e deixando ainda mais felizes os milhares de fãs que cantavam e
festejavam a vitória pelo campeonato.
A Portuguesa foi o mais destacado time de toda a competição,
vencendo o primeiro turno e apresentando o melhor rendimento dos
classificados para o quadrangular final. Nos 19 primeiros jogos
venceu 11, empatou 5 e perdeu apenas 3 vezes. Somou ao todo 38
pontos. Depois, na segunda fase, terminou-a invicta: venceu mais 5
vezes e totalizou 14 pontos. Jogou a final em duas partes: empatou
com o Rio Preto fora por 1x1 e o goleou no Canindé por 4 x 0,
concluindo sua participação de forma incontestável. Receberá por
isso um prêmio de R$ 80 mil.
Ainda que preterida pela grande mídia, que ultimamente não divulga
as participações da agremiação rubro-verde como manda o bom
jornalismo esportivo, tendo em vista tratar-se de um tradicional e
importante clube paulista, sua torcida compareceu numa proporção
maior do que esperada pelos organizadores, ficando fora do estádio
ainda um bom número de torcedores que para lá se deslocaram,
incluindo muitas famílias. Duas horas antes do início do jogo já
não havia mais ingressos à venda, gerando protesto dos que foram
excluídos do espetáculo. Contudo, ainda assim, foi uma grande
festa portuguesa com certeza, estendida pela tarde e noite afora,
por onde batesse um coração rubro verde.
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Portuguesa de Desportos 4 x 0 Rio Preto |
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Portuguesa |
Escalação
Tiago; Wilton Goiano, Bruno, Marco
Aurélio e Leonardo; Marcos Paulo, Raí (Alexandre), Erick e
Preto; Vaguinho (Rivaldo) e Diogo (Joaõzinho). Técnico:
Vágner Benazzi. |
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Rio Preto |
Escalação
Pitarelli; Mazinho, Eder Baiano,
Jéferson (Wilson) e Reivan; Rodrigo Uchoa (Toninho
Maranhão), Mário André, Bady e Cacique; Wesley (Bruno) e
Clayton. Técnico: Luciano Dias. |
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Gols |
Rodrigo Uchoa (contra), aos 5, Diogo, aos 12, Rivaldo, aos
28 e Marcos Paulo, aos 34 minutos do segundo tempo |
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Árbitro |
Philippe Lombard |
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Público e renda |
Não disponíveis |
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Local |
Estádio dr. Oswaldo Teixeira Duarte, o Canindé, São Paulo
(SP) |
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