Um relatório do Banco Mundial sugere que o
número de remessas para a América Latina e para o Caribe alcançou
quase US$ 60 bilhões em 2007, o equivalente a mais de R$ 100
bilhões.
O volume de remessas colocou a região no
topo da lista das que mais receberam dinheiro de migrantes.
A quantia representa um crescimento de 6%
no ano passado contra 19% registrado entre 2000 e 2006.
De acordo com os autores do estudo,
Humberto López e Pablo Fajnzylber, a queda se deve ao
desaceleramento da economia nos Estados Unidos.
Segundo os autores, o papel das remessas
na economia de países latino-americanos não deve ser esquecido.
O dinheiro de migrantes que trabalham fora
de seus países representa cerca de 70% de todo investimento
estrangeiro.
A vice-presidente do Banco Mundial para a
região, Pamela Cox, disse que as remessas ajudam famílias pobres
com suas economias além de manter crianças nas escolas.