Júlio Rodrigues, do
Banco Banif e Paulo Pinho, do Banif Investiment Banking (inserindo
a corretora formaram três empresas) comandaram juntos a festa de
confraternização de 2007 em 14 de dezembro no luxuoso Hotel
Reinassance, em São Paulo. O evento teve coquetel, jantar, sorteio
de presentes para funcionários e música ao vivo. Entre
funcionários e familiares, estiveram cerca de 500 pessoas.
Tanto Julio Rodrigues como Paulo Pinho falaram aos presentes
basicamente em agradecimento pela dedicação da equipe. Citaram
números e falaram sobre o crescimento do Banif. Depois, muitos
presentes foram sorteados aos funcionários.
Segundo Julio Rodrigues, o Banco Comercial deve fechar balanço com
capital entre 87 e 88 milhões de reais. Expressivo se comparado ao
ano de 2001, quando teve início à proposta de criar um Banco
Comercial no Brasil. Derivado do Banco de Investimentos, contava
com 22 milhões na época, cravando assim uma evolução de 400% em
cinco anos.
O
crescimento foi a tônica da entrevista concedida ao jornal Mundo
Lusíada. “Tem sido cinco anos de crescimento, de rentabilidade.
Vimos que o país passou por um período muito bom, estável durante
o governo de FHC, depois a tensão inicial no governo Lula e tudo
correu muito bem, o mundo todo cresceu tremendamente e nós tivemos
cinco anos de bonança, aproveitamos o crescimento do mundo e
crescemos juntos, na mesma proporção, acho até que o Banco cresceu
mais que o próprio mercado”, disse.
O economista lembrou que em 2001 o Banco era um dos menores do
país em capital. Hoje, Julio Rodrigues diz, com orgulho, que o
Banco Comercial que dirige está classificado pelo Ministério da
Fazenda e Banco Central, como o 46º do país. “É muito difícil
dizer e explicar este ganho de produtividade e de marcado, eu vi
acontecer poucas vezes, não é falta de modéstia, mas o fato é que
nós abocanhamos uma fatia muito importante do mercado comercial,
além de conquistarmos nosso lugar na comunidade também”.
O patrocínio na Portuguesa de Desportos foi avaliada pelo
banqueiro como “muito eficaz”. Segundo ele, tem rendido excelentes
frutos dentro e fora da comunidade com divulgação do Banco no país
inteiro, porque “o futebol é algo impressionante, é um veículo
fabuloso”, falou lembrando que, antes de tudo é um torcedor
ferrenho da Lusa, tendo sido diretor em outras gestões e agora é
conselheiro também.
O
Banco Banif (cotado em 12º como banco de câmbio) tem somente 5% de
negócios com a comunidade portuguesa. Julio Rodrigues revelou ao
Mundo Lusíada que 95% dos negócios do banco é no mercado
brasileiro. Com isso o Banco tem grande reconhecimento na
comunidade e também na área bancária. “Trata-se de um respeito
conquistado”, referiu.
Já com 12 agências e mais seis em processo de abertura, a
instituição passou de banco de atacado a caminho de banco de
varejo e avançado tecnologicamente, oferecendo os produtos mais
rentáveis do mercado. Tendo, inclusive montado uma financeira de
raiz já operando no mercado com a marca “Luso Credit”
(terceirizada – conectada ao Banif), a qual trabalha junto a
dentistas, hospitais, médicos, financia cosméticos, implantes
dentários, materiais de construção, bens de consumo, veículos,
etc.
“Estamos entrando neste
mercado complexo e mais rentáveis inclusive – muito positivo para
o desenvolvimento do banco. Eu não tenho dúvidas que nós
caminhamos para sermos um dos grandes bancos do país”, falou Julio
Rodrigues prevendo que Santos terá, em breve uma grande agência.
Na região o banco já é destaque com seu escritório, tendo premiado
seu gerente local (Hudson Silva) com passeio de uma semana à
Portugal neste final de ano, com tudo pago. Assim como o Irineu
Lobato (de São Paulo). Ambos participaram da festa de fim de ano
do Banco Comercial em Portugal.