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06/OUT/2007
Lisboa
Símbolo da Beleza Lusitana
A fundação de Lisboa perde-se num passado muito distante, mas,
como ela é de uma beleza estonteante, o turista ou viajante fica
extasiado com o que ela apresenta, todavia, a sua história remonta
a muitos e muitos séculos. Já no primeiro século antes de Cristo,
ela foi elevada à categoria de maior Município Romano, uma vez que
os romanos haviam invadido Portugal ou seja a Lusitânia e isso no
século III antes de Cristo e por ela, escoava-se todo a produção
que os lusitanos faziam e eram obrigados a dar aos romanos.
Os Cartagineses do outrora império de Cártago no Norte da África e
os Fenícios que eram da Fenícia, hoje o Líbano, também ali
estabeleceram seus domínios e na margem direita do Rio Tejo. Como
nessas épocas quase todos os povos eram conquistadores, apareceram
também os Alanos já no século V da nossa era e em seguida os
Suevos e os Visigodos, formando um gigantesco amálgama de raças
misturadas. Depois no ano 711, vieram os muçulmanos, do norte da
África, da Mauritânia e Marrocos e dominaram tudo, expulsando os
romanos e tomando o seu lugar por mais 700 anos, até por volta do
ano 1452 mais ou menos.
No ano de 1147, o rei português Afonso Henriques finalmente a
conquistou e prosseguiu e ultrapassou as muralhas dos muçulmanos e
os cristãos foram fazendo melhorias enormes na cidade e o Vale da
Baixa, a Mouraria, a Alfama e a Ribeira tornaram-se um exemplo com
novos arruamentos e assim a mesma foi crescendo enormemente.
No final do século XIV, em virtude da grande expansão da cidade,
foi construída uma nova muralha que tomou o nome de
“Cerca-Fernandina” e um grandioso progresso foi constatado, e no
século seguinte, por iniciativa de S.João I e da força magistral
do Infante D.Henrique, Lisboa tornou-se a “Senhora dos Mares”, com
a descoberta do caminho das Índias, tornando-se um ponto-centro
cosmopolita.
Nesse período foram construídas grandes edificações, tais como:
Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, a Igreja da Misericórdia
e enfim outros exuberantes monumentos. Já no século XVIII Lisboa
voltou a gozar de um novo período de beleza fantástica, todavia,
no ano de 1755, com o terremoto que destruiu quase toda parte
baixa lisboeta obrigou-se a fazer uma grandiosa reconstrução e
nasceu a famosa “Baixa Pombalina” que até hoje existe conservada.
Daí para frente tudo foi modernizando-se aos poucos, com grandes
avenidas novas, construção do “metro” onde foi inaugurado o mais
rápido meio de transporte, situando Lisboa na esteira das mais
modernas cidades do mundo. Bairros maravilhosos de Lisboa, como a
Alfama, Madragoa e o Bairro Alto, são locais que nunca devem ser
deixados de lado numa visita a essa maravilhosa cidade de Lisboa.
Consta que os gregos também estiveram em épocas longínquas na
Lusitânia e dizem que o nome LISBOA, vem do grego, de Ulisses, ou
seja Ulisbon, dai a currupetela até chegar a Lisboa. Eu que estive
nessa maravilhosa cidade, andei por quase todas suas vias, casas
de Fado, estádios de futebol, fiquei extasiado e tenho certeza que
qualquer turista ou viajante ficará eternamente encantado com a
cidade de LISBOA.
ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO.
Diretor Administrativo da Federação Paulista de Tênis.
Conselheiro Vitalício do São Paulo F.C. Membro da Casa do Poeta de
São Paulo.
Membro do Movimento Poético Nacional. Membro da Academia Virtual
Sala dos Poetas.
Membro da Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Honra Meritória, da Soberama Ordem Internacional do Mérito
Desportivo.
Colaborador do Jornal Mundo Lusíada
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