SERVIÇOS >> EDITORIAIS / COLUNAS
 

Comente este artigo.

» Colunas do Autor

11/MAI/2007

Hino Nacional de Portugal, a Magia Musical Lusitana

14/FEV/2007

A Nova Lei da Nacionalidade Portuguesa

29/JAN/2007

Os Lusitanos fizeram a grandeza do Brasil

17/JAN/2007

Descubra Portugal

18/DEZ/2006

Rancho Folclórico Pedro Homem de Mello

04/DEZ/2006

Rio Grande do Sul, o Estado Brasileiro de maior tradição portuguesa

20/NOV/2006

A Estrada Real, o Progresso inicial do Brasil

08/NOV/2006

Trás-os-Montes, Beira Baixa, Beira Alta, Ribatejo, Algarve

19/OUT/2006

Quem foi: “MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE

25/SET/2006

Clube Lusitano de São Paulo

25/SET/2006

Brasil – Um novo Portugal

04/SET/2006

A importância na Expansão Marítima de Portugal

18/AGO/2006

MIRANDÊS: A segunda língua de PORTUGAL

03/AGO/2006

Festas, Capelas e Folclore

21/JUL/2006

Memórias de Minha Aldeia

19/JUL/2006

Dos Calhaus, aos Maravedis, Cruzados, Réis e Escudos e os Euros

21/JUN/2006

O nascimento de Portugal e a sua origem

VEJA TAMBÉM:

As Capitanias - Marco inicial do Progresso do Brasil

Característica luso-brasileiras

O Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves

Portugal e a influência Moura na sua formação: Cultural, Econômica e na Língua

Do Latim, ao Português Arcaico, ao Português Moderno

 
 

Artigo Luso-Descendente » Adriano Costa Filho

25/MAI/2007


Bandeira de Portugal, o seu significado e a sua beleza eterna

Toda bandeira, hasteada ou em desfiles, bem como nas mãos de alguém comemorando algum evento, sempre traz no seu bojo um significado interessante, que pode ser demonstrativo, informativo, indicativo ou na melhor das hipóteses demonstrar o amor à sua pátria, ao seu clube esportivo, ao seu rincão.


O significado da “Bandeira de Portugal” teve na realidade um significado republicano e nacionalista. Na sua idealização teve a inclusão da cor verde, que na realidade é a cor da esperança e demonstrativa da revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891, e acrescida da cor vermelha que representava a cor do combate.


No centro da “Bandeira Portuguesa” encontramos o escudo de armas portuguesas, que, quando da implantação da monarquia manteve-se esse escudo e sobreposto a uma esfera armilar, a qual veio substituir a coroa da bandeira da monarquia, e representativa do Império e os descobrimentos de Portugal. Os cinco pontos brancos dos cinco escudos do centro da bandeira são referentes a história de que D. Afonso Henriques incorporou-os na bandeira de seu pai que era uma cruz azul em fundo branco.


Agora os 7 castelos são representativos das vitórias dos portugueses e bem como, também simbolizam o “Reino do Algarve”, todavia, os castelos foram introduzidos nas armas de Portugal pela subida ao trono de Afonso III.


Na sua história a “Bandeira de Portugal”, teve o seu início na realidade em 1095 de nossa era, e realmente o escudo do “Condado Portucalense”, era uma simples cruz azul sobre um fundo prateado e assim sendo ela foi sofrendo uma evolução desde esses primórdios da pátria portuguesa, desde esse inicio até a sua consagração final em 1910.


A “Bandeira de Portugal” é formatada da seguinte maneira: É um retângulo com proporções 2:3, dividindo-se na vertical em verde de 2:5 de comprimento e vermelho em 3:5. Quando representando algum ato e fica desfraldada, a parte verde fica ao lado do mastro ou do lado esquerdo, na hipótese de representar graficamente.


No centro, na linha de separação do verde ao vermelho fica o brasão das armas de Portugal, com uma esfera sobreposta pelo tradicional escudo de Portugal, contendo 5 escudetes de azul carregados de 5 besantes de prata com bordadura em vermelho em sete castelos de ouro.


Essa bandeira que estamos acostumados a ver e a adorar foi oficializada e adotada no dia 30 de Junho de 1911, porém, já tinha o seu uso desde a proclamação da República de Portugal desde 05 de Outubro de 1910. Portanto, todos nós que ao ouvirmos o Hino de Portugal e o desfraldar da sua Bandeira, ficamos eletrizados ao ouvir os seus acordes e a postura dessa tão bonita bandeira que nos traz sempre um encantamento e uma recordação desse querido e eterno Portugal.

Adriano Augusto da Costa Filho

Diretor Administrativo da Federação Paulista de Tênis.

Conselheiro Vitalício do São Paulo F.C.

Membro da Casa do Poeta de São Paulo.

Membro do Movimento Poético Nacional

Honra Meritória, da Soberana Ordem Internacional do Mérito Desportivo.

Colaborador do Jornal Mundo Lusíada

» Artigos

» Editoriais / Colunas

» Espaço Leitor

» Agenda


© 2006 Jornal Mundo Lusíada - O melhor veículo de comunicação da Comunidade Luso-Brasileira.
Artigos assinados não exprimem propriamente a opinião do jornal Mundo Lusíada.

Colunas e textos de opinião com assinatura são de responsabilidade de seus autores.