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11/MAI/2007
Hino Nacional de Portugal, a Magia Musical
Lusitana
Quando em todos países do mundo, o hino de suas pátrias é tocado,
geralmente todos são de uma beleza inconfundível e como não podia
deixar de ser o “Hino Nacional de Portugal” está classificado como
um dos mais bonitos, mais melodiosos e mais emocionantes do
universo musical de hinos.
Suas características são imensamente melódicas e assemelham-se com
o hino da França a “La Marseillaise”, evidentemente embalado pela
emoção revolucionária da época em que foi criado e nasceu como
canção patriótica, como geralmente acontecia no século 19.
Essa canção tinha o nome de “A PORTUGUESA” e que hoje é o Hino
Oficial de Portugal, evidentemente sofreu algumas alterações no
seu curso de vida, uma vez que no ano de 1956 existiam várias
versões do hino, tanto instrumental como na melodia, porém, foi
fixado como definitivo no dia 16 de Julho de 1957.
Esse maravilhoso hino foi composto em três partes cada uma, com
duas quadras, uma quintilha, que é uma estrofe de cinco versos,
cada verso é uma linha, todavia, tão somente é executado em
cerimônias a primeira parte, como geralmente acontece com o Hino
Oficial do Brasil. O Hino Nacional de Portugal, conhecido como “A
Portuguesa”, sempre é executado em cerimônias nacionais, militares
e civis, ou então quando da recepção de autoridades estrangeiras,
e bem como, quando a Seleção Portuguesa de Futebol e outros
esportes iniciam seus jogos. “A Portuguesa”, é um símbolo nacional
de Portugal, onde foi incluída na Constituição Portuguesa de 1976.
A formação da “A Portuguesa” tem a sua data no ano de 1890, e com
alterações no ano de 1957 e temos que referenciar os seus autores
maiores; letra de: HENRIQUE LOPES DE MENDONÇA. Música de: ALFREDO
KEIL. Nomes que ficarão gravados para a eternidade, como foi do
Infante D. Afonso Henrique, o fundador da pátria portuguesa.
Esse hino foi composto em 18 estrofes, e em 3 partes, e começa
com:
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente e imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal! A última estrofe, termina com:
Ás armas, ás armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Ás armas, ás armas!
Pela pátria lutar!
Contra os canhões marchar!!!
Portanto, ai temos a beleza sensacional do “HINO NACIONAL DE
PORTUGAL”, “A PORTUGUESA”. Glória imorredoura do nosso querido e
eterno Portugal.
ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO
Adriano Augusto da Costa Filho
Diretor
Administrativo da Federação Paulista de Tênis.
Conselheiro
Vitalício do São Paulo F.C.
Membro da Casa do
Poeta de São Paulo.
Membro do Movimento
Poético Nacional
Honra Meritória, da
Soberana Ordem Internacional do Mérito Desportivo.
Colaborador do
Jornal Mundo Lusíada |