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Por muitas vezes, nos deparamos com
gestores que em vez da ação de acolher, nos remetem ao princípio
de ataques verbais, aqueles famosos:
- “... Eu sei fazer!”
Com esta frase, podemos nos perguntar:
- Será que sabe mesmo? Ou o que faz é “agredir com palavras”, os
verdadeiros responsáveis pelo “fazer acontecer”.
Não temos como parar para contar por quantas vezes fomos chamados
a ouvir, que os bons líderes são aqueles que nos dão condição
conveniente ao estado de sucesso.
É evidente, que não podemos generalizar nosso mercado, pois apesar
de existirem muitos líderes no caminho da falta de ética, temos
aqueles que se remetem à conquista diária de novos projetos e
novas oportunidades.
Vamos entender isso?
Em diversos estágios de nossas vidas, somos colocados diante de
desafios! Nem sempre podemos conhecer à que resultado chegaremos,
mas indiscutivelmente, podemos prever que ordens desenfreadas nos
levam a resultados descomedidos, enquanto “injeções de otimismo”,
nos cercam de ambientes descontraídos, cercados por uma
magnetização fabulosa que se denomina “troca”.
Em nossas vidas, seja no campo pessoal,
afetivo ou profissional, estamos sempre tentando lidar com esta
palavra tão pequena, mas de significado tão grande. Para mensurar
objetivos, precisamos delinear os caminhos que poderemos traçar,
mas na maioria das vezes, somos apresentados aos líderes que se
autotitulam “poderosos”, fazendo com que por muitas vezes,
deixemos de acreditar que podemos fazer uma carreira de sucesso,
na empresa onde trabalhamos.
- Será que não chegou à hora de
mostrarmos o que queremos de um líder?
Em tempos aonde o Processo de Gestão de Pessoas vêm se moldando às
novas necessidades, precisamos perceber, que mais do que
criatividade vivemos em um tempo no qual aprender, é também
impulsionar novas atividades, incitando ações que propaguem a
força de sermos surpreendidos com um elogio; de sermos inspirados
à prática de novas tarefas e de termos a capacidade e habilidade
de tornarmos legítimas, nossas constantes “caçadas ao tesouro”,
sempre procurando pelo “algo novo”.
Com certeza, estamos mais atentos àquelas organizações que usam
palavras como argumentos de mudança, e esquecem das ações
práticas.
Chega de palestras ou de reuniões em que
sejamos apenas ouvintes, mas em contrapartida, exaltemos aquelas
que nos fazem manifestar opiniões, ou seja, aqueles bate-papos
dignos de aplausos, onde todos são convidados a fazer parte
daquele momento. Não somos apenas nomes em uma lista de presença;
mas sim diversos talentos reunidos, em um só espaço! Nos fazemos
presentes, quando a primeira mudança acontece em nossas atitudes!
- Temos que nos fazer “perceber”!
É hora de sairmos do tradicional e buscamos o “ousado”, o
“prazeroso”!
Precisamos nos dar oportunidade de varrer de nos pensamentos, o
que chamamos de hipótese, e darmos lugar à certeza de
auto-desenvolvimento.
Não podemos culpar os outros, pela nossa falta de tática, porém
precisamos perceber que nossa grande “tropa de soldados”, são
nossas definições de objetivos, nossas aspirações de sucesso.
Temos uma grande equipe dentro de nós:
nossos talentos, nossa vontade de vencer, nossas esperanças! Se
reunirmos o que houver de melhor, teremos uma gama de
possibilidades: aquelas que nos motivam; aquelas que nos
neutralizam no momento certo, aquelas que nos fazem demonstrar a
prática com a autoridade do convencimento; aquelas que nos
movimentam a um entusiasmo contagiante e aquelas que nos atraem à
certeza de novos negócios.
Devemos ser empreendedores, à medida que
nosso sucesso se faz presente a cada nova escolha... a cada novo
desafio, ao mesmo tempo, em que essas soluções autodenominam nossa
capacidade de gerar oportunidades de crescimento. Reflita!
- Não queira apenas cumprir metas; supere-as!
- Não faça apenas o convencional; exerça o inesperado!
- Não aguarde resultados; faça-os acontecer!
- Não menospreze seus adversários, faça-os perceber que a
competitividade leva a uma busca contínua de sustentabilidade no
mercado, e através dela as estratégias de cada organização
projetam um futuro com grandes vértices de crescimento.
Em resumo, seja o colaborador com “diferencial”! Um exemplo bem
prático: se sua empresa tem 4 colaboradores com nome: “João”; e
você está entre eles, seja o “João” sempre apontado como elemento
“X”, um funcionário flexível, com ações condizentes à necessidade
da organização, mas principalmente, o “João” de atitudes e com
altas perspectivas de futuro! Ser um colaborador com “anos de
empresa”, nem sempre quer dizer: ter “diferencial”!
Hoje, o mercado precisa de pessoas com
espírito empreendedor, em busca de conhecimento contínuo, pois
aqueles indivíduos que se propõem a ser profissionais “robôs”:
- Eu executo o que for mandado! – estes pertencem a uma história
dos antepassados.
As novas tecnologias... a era da informação estão aí, e não são
elas que devem nos esperar, ao contrário do que muitos pensam; nós
é que temos que alcançá-las!
Simone do Nascimento
da Costa
Universidade Metodista de São Paulo
Graduação Tecnológica em Gestão de Recursos Humanos
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