Um dos maiores eventos de música do mundo,
na terceira versão ocorrida em Lisboa, o Rock In Rio preparou um
grande esquema para o evento, que teve seus ingressos do dia da
estréia esgotados. O festival de música conta com o banco
Millennium BCP como principal patrocinador.
São 16 câmeras de vídeo-vigilância, dois
"mini-hospitais", um posto policial, cerca de 50 profissionais de
saúde e mil de segurança. Este é o esquema que integra a segurança
do Rock In Rio Lisboa 2008, e que promete movimentar o turismo em
Portugal.
Segundo divulgaram agencias de notícias,
já estão a postos jornalistas portugueses, além de espanhóis,
franceses, alemães, italianos, russos, holandeses, suíços,
americanos, entre outros, nestes cinco dias de festival.
Serão ao todo 82 atrações musicais, em
três palcos, com destaque para Amy Winehouse, Lenny Kravitz,
Metallica, Rod Stewart, Joss Stone, Linkin Park, Carl Cox. Somente
o palco Mundo, principal deles, tem tamanho equivalente a um
prédio de nove andares. Mas a edição 2008 leva aos palcos mais
atrações portuguesas, depois das pesquisas feita pela organização.
"Em Portugal, ouve-se mais música
internacional. No Rock in Rio em Madri haverá 60% de músicas
espanholas, ou melhor latinas", diz o idealizador do festival
Roberto Medina. O evento na capital espanhola começa uma semana
depois do fim do festival português.
Sempre preocupado com um tema social, este
ano a organização chama a atenção para a causa ambiental. Além de
paínéis solares, o evento conta com veículos híbridos e os copos
recicláveis, e ainda promete plantar cerca de 15 mil árvores, para
compensar a emissão de carbono durante o evento.
Para entrar na Cidade do Rock, os
ingressos custam 53 euros (R$ 140) por dia, que dura das 16h (10h
em Brasília) e até às 4h da manhã (0h em Brasília). "O primeiro
dia vai estar esgotado. Os ingressos que estavam sendo vendidos em
outras partes do país já estão sendo trazidos para Lisboa. É um
total de 100 mil bilhetes", conta Medina.
O orçamento para o festival é de 25
milhões de euros, mas o retorno financeiro deste mega-evento de
música fica no segredo. "Digamos que o retorno é compensador do
ponto de vista financeiro", disse o empresário brasileiro que em
2014 voltará a levar o Rock in Rio ao Brasil, coincidindo nesse
ano com a realização do Caampeonato do Mundo de Futebol no país.
Só não sabe ainda se será no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Com Agencias